sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Audiência de sites de vídeo online bate recorde nos EUA

CTRL+V do AdNews que fez CTRL+V do IDGNow

A comScore, empresa que mede a audiência de diversos sites, revelou que o número de internautas que assistiram vídeos online nos EUA bateu recorde e chegou a 158 milhões de usuários em julho deste ano.

De acordo com a pesquisa, outro recorde também foi batido, só neste mês foram vistos 21,4 bilhões de vídeos pela web.

Os sites do Google, incluindo o YouTube continuaram a liderar o ranking de audiência e representaram por 42 % de todos os vídeos assistidos online. Isso equivale a 8,9 bilhões de filmes.

A Viacom Digital ficou em segundo lugar com 812 milhões de vídeos exibidos, respondendo a 3,8% de toda a audiência. Já os sites da Microsoft exibiram 631 milhões de filmes, o equivalente a 3% da audiência.

Em média, cada um dos 158 milhões de internautas assistiram a 135 vídeos no mês de julho.Os sites do Google também ficaram em primeiro lugar em números de visitantes, recebendo 121 milhões de internautas no mês passado, com 74 vídeos exibidos por usuário. A Microsoft ficou em segundo lugar nesse ranking, com 65 milhões de espectadores (10 vídeos por usuário) e a Fox Interactive Media teve 52 milhões de internautas (10,8 vídeos por usuário).

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Mais conteúdo em mais plataformas

CTRL+V da B2B Magazine

Novela das oito ou jogo de domingo na TV, apenas, não bastam. Os espectadores querem mais opções de conteúdo de vídeo e em diferentes plataformas. É o que conclui a Accenture em pesquisa feita com 14 mil pessoas em 13 países, sendo que pelo menos mil entrevistas foram feitas no Brasil.

De acordo com o estudo, o número de usuários que assistem a seis ou mais canais de televisão aumentou de 35% no ano passado para 40% em 2009. Enquanto há um ano 33% viam oito ou mais programas televisivos por semana, na pesquisa atual esse índice subiu para 39%.

Os dados podem estar relacionados ao crescimento do uso de outras plataformas, além do velho aparelho de televisão. Enquanto em 2008, 61% dos usuários utilizam seus computadores pessoais para acessar conteúdos de vídeo, esse índice passou para 74% em 2009. Também aumentou o número de pessoas que veem TV pelo celular – de 32% para 45%.

"Agora nós vivemos em um mundo onde metade da população tem acesso aos dispositivos móveis e onde a fragmentação da audiência apresenta oportunidades para os fornecedores de conteúdo gerar lucro", avalia Petronio Nogueira, líder da área de Mídia e Telecomunicações da Accenture.

"A chave permanece na compreensão de quem são os consumidores e o que eles querem, e no investimento em informações para desenvolver e entregar os produtos e serviços certos para o mercado”, completa.

Outra conclusão da pesquisa é a diferença no comportamento dos usuários conforme sua origem. Enquanto em países desenvolvidos como Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido é menor o interesse em conteúdo de vídeo pelo celular (22 a 26% dos usuários), nos países emergentes, como Brasil, México e Malásia, chega a ser três vezes maior (65 a 71%).

Metodologia
Esse estudo é baseado em uma pesquisa realizada online com cerca de 14 mil consumidores em 13 países: Austrália, Brasil, França, Alemanha, Itália, Japão, Malásia, México, Coréia do Sul, Singapura, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos. Cada país representado na pesquisa teve pelo menos 1.000 participantes, todos com idade acima de 18 anos. O estudo foi realizado em janeiro e fevereiro de 2009.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Locadora online lança serviço de filmes por streaming

CTR+V do Terra

A locadora online NetMovies começa, a partir desta terça-feira, a distribuir filmes por streaming para serem vistos no computador com o NetMovies Live. O novo recurso estará disponível para assinantes do serviço de aluguel de DVDs pelo correio.

O sistema de funcionamento do NetMovies Live ocorre do mesmo modo que outros sites de vídeo. Basta escolher o filme e iniciar a reprodução do título, sem precisar fazer download no computador. Segundo a NetMovies, inicialmente são 100 filmes disponíveis no catálogo de streaming, número que deve chegar a 2,5 mil até o final do ano. Os títulos têm "alta definição" de imagem, áudio original e legendas em português.

Entre os títulos para ver online estão clássicos como A Bela da Tarde, Amarcord e títulos de Charles Chaplin e Bruce Lee, entre outros.

Por enquanto, assinantes da NetMovies para os planos de aluguel de DVDs e Blu-ray já têm acesso ao Live. Esse acesso será gratuito por 15 dias, mesmo para novos assinantes. Depois, o acesso aos vídeos online ocorrerá de acordo com o aluguel de títulos em DVD e Blu-ray, sem custo adicional. Um plano específico, apenas para o streaming, será vendido pelo preço sugerido de R$ 15,60 ao mês, com direito a 10 horas mensais de conteúdo.

A NetMovies Live diz que usa uma tecnologia criada pela Ooyaya, que tem clientes como Warner, Joost e NatGeo, entre outros. O serviço Live funciona em qualquer computador (PC, Mac ou Linux), direto do navegador internet. O NetMovies Live pode ser acessado direto em www.netmovies.com.br.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Suposta nova canção do Radiohead cai na web

CTRL+V da Abril

“These Are My Twisted Words” foi postada no YouTube; música pode ser sobra do single de “Knives Out”, de 2001
Uma suposta música nova do Radiohead foi disponibilizada na internet através do YouTube, é o que conta o semanário britânico “NME”, nesta quinta-feira (13).

De acordo com o “NME”, a canção intitulada “These Are My Twisted Words” foi postada no YouTube e conta vocais de Thom Yorke e timbres de guitarra característicos do Radiohead. A canção seria uma espécie de sobra do single “Knives Out”, de 2001.

Ainda segundo o veículo britânico, recentemente o Radiohead entrou em estúdio para gravar material novo com o produtor Nigel Godrich, em Oxfordshire.

Em julho, o Radiohead lançou através de seu site oficial a canção “Harry Patch (In Memory Of)", um tributo a Patch, último sobrevivente britânico da primeira Guerra Mundial, morto no mês passado.

A suposta nova canção do Radiohead aparece na web dias após Thom Yorke ter revelado que seu grupo deixará de produzir álbuns convencionais.

Ouça a canção “These Are My Twisted Words” em http://www.youtube.com/watch?v=F2ztWvuyXeU&feature=player_embedded

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Take 5 estima crescimento de 30% em vídeos online

CTRL+V do Adnews

A disponibilidade de maior banda larga, a demanda por inovação na comunicação digital, os investimentos constantes das empresas em treinamentos internos e externos e um novo perfil de consumo de conteúdo pela internet são alguns dos fatores que vêm contribuindo para o cenário atual da Take 5.

Com soluções baseadas na aplicação dos vídeos digitais – E-Training, TV online, Videobanner, VideoMailing e GlobalCast, a empresa espera 30% de evolução para este ano. Somente em 2008, a área cresceu 50% em relação ao ano anterior. Para alcançar essa projeção em 2009, a Take 5 aposta em dois segmentos importantes, sendo um deles o setor varejista com soluções que viabilizem e facilitem a capacitação de vendedores pela indústria, por meio de vídeos interativos.

Para as PME´s (Pequenas e Médias Empresas), está previsto o lançamento de uma solução de CRM – e-marketing. O objetivo é possibilitar o gerenciamento de micro campanhas de marketing online por meio de recursos de inteligência de negócios espelhados em modelos de grandes organizações.

“O mercado SMB precisa ganhar competitividade e, ao mesmo tempo, contar com investimentos acessíveis. No mundo digital, a mensuração é fundamental e contar com uma ferramenta desenvolvida especificamente para esse setor, que faz a gestão do contato com o público alvo, é algo que pode contribuir com maior progresso nas empresas de pequeno e médio porte”, explica Ricardo Franco, Diretor de Relacionamento e TI da Take 5.

Entre os segmentos que a Take 5 atende atualmente com demandas por soluções que envolvem os vídeos online, estão áreas de vendas e marketing de multinacionais, agências de propaganda e publicidade e o mercado editorial, que percebe a importância da transmissão de conteúdos por meio da TV online.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

YouTube quer mais colaboradores para exibir notícias locais

Repasso a notícia do Terra, que abre uma grande oportunidade para pequenas e médias produtoras de vídeo que queiram apostar no mundo online. Segue o CTRL+V bem longo...

Com sua capacidade de recolher artigos e vender publicidades vinculadas a buscas que os exibam, o Google já se tornou uma imensa força no mundo dos novos negócios - e com isso no flagelo de muitos jornais. Agora, o YouTube, uma empresa que ele controla, deseja fazer a mesma coisa com a programação local de TV.

O YouTube, que já alardeia ser "a maior plataforma noticiosa do planeta", criou um recurso de "notícias perto de você" que determina a localização de um usuário e oferece uma mistura de vídeos relevantes. Com o tempo, isso poderia resultar em uma espécie de noticiário instantâneo. A empresa já oferece vídeos locais de dezenas de fontes e quer elevar ainda mais seu número de colaboradores.

O YouTube afirma que está ajudando as estações de TV e outros parceiros ao criar uma nova fonte de receita, ainda que esteja não seja por enquanto significativa em termos de receita.

Mas as companhias de notícias podem ter motivos para cautela. Poucas estações de TV descobriram como reproduzir na Internet os lucros que auferem com seus serviços analógicos, e o YouTube pode facilmente se tornar mais um concorrente.

Assim, por enquanto a maior parte dos vídeos do serviço local do YouTube serão fornecidos por fontes não tradicionais: estações de rádio, jornais, faculdades e, no caso de uma empresa iniciante de San Francisco chamada VidSF, três amigos que detestam a dieta noticiosa das estações locais e sua ênfase em incêndios e homicídios.

"Isso realmente nivela o campo de jogo", disse Kieran Farr, fundador da VidSF, que cobre a vida cultural da cidade e sobe vídeos para o YouTube. O recurso de notícias locais, criado no trimestre passado, é apenas parte do esforço do YouTube para penetrar no segmento de notícias em vídeo. Nas últimas semanas, a empresa convidou as mais de 250 mil fontes de notícias que fornecem conteúdo ao serviço Google News para que também passem a fornecer vídeos. O site também está promovendo vídeos da rede de TV ABC e de agências de notícias como a Reuters e Associated Press, bem como de outros veículos.

Este ano, o YouTube começou a oferecer em sua home page vídeos com notícias urgentes - entre os quais conteúdo fornecido por cidadãos iranianos, durante os protestos recentes, com imagens registradas por celulares.

Até agora, os vídeos noticiosos locais não substituíram a mídia impressa ou a cobertura local de TV. No domingo, os usuários de perto de Baltimore recebiam vídeos sobre um programa de assistência a adolescentes; em Chicago, o tema era uma reportagem da WGN-TV sobre artistas de rua; em Los Angeles, uma resenha em vídeo do jornal Los Angeles Times sobre uma motocicleta elétrica. E os produtores afirmam que as audiências muitas vezes são da ordem das centenas, e não milhares, de espectadores.

Até o momento, 200 veículos noticiosos assinaram com o YouTube a fim de oferecer pacotes noticiosos e rachar a receita da publicidade veiculada em companhia deles. Além disso, as buscas no Google agora mostram vídeos do YouTube entre os resultados, em companhia de artigos noticiosos, o que ajuda os vídeos a atingir uma audiência mais ampla.

A imensa amplitude do YouTube - que recebe 100 milhões de visitas de norte-americanos a cada mês - faz dele uma poderosa força de promoção, bem como potencial ameaça para as empresas de mídia estabelecidas. E essas empresas já têm muito com que se preocupar: boa parte do mercado local de mídia desabou, nos últimos anos, com a transferência dos anúncios classificados para a mídia online, os cortes na publicidade das montadoras de automóveis e a proliferação nas opções de notícias e entretenimento.

O YouTube, enquanto isso, ainda não conseguiu sair do vermelho, mais de três anos depois de adquirido pelo Google. Porque questões de direitos autorais impedem a exibição de anúncios em companhia de vídeos produzidos por amadores, a empresa se esforçou por formar alianças com parceiros profissionais a fim de propiciar conteúdo passível de associação a publicidade, no site. As notícias são uma opção evidente, quanto a isso.

"O Google só tem a ganhar ao dividir renda com as pessoas instaladas nos mercados locais de notícias", disse Terry Heaton, vice-presidente sênior da AR&D, uma empresa que presta consultoria a empresas de mídia com foco local.

O Google anunciou em junho que estava satisfeito com a trajetória do YouTube e indicou que esperava que o site começasse a propiciar lucros em futuro não muito distante, mas sem especificar uma data.

Embora o YouTube tenha a ganhar ao adicionar vídeos locais, resta determinar se as organizações noticiosas estabelecidas poderiam dizer o mesmo. O fato de que o Google veicule manchetes e parágrafos de artigos noticiosos em seus resultados de buscas despertou algumas acusações de que a empresa tem parte da culpa pela crise financeira dos jornais. O presidente-executivo da Dow Jones recentemente definiu o Google como "vampiro digital", que "suga o sangue" dos jornais ao fornecer seus artigos gratuitamente.

O que o YouTube está fazendo é um tanto diferente. Não envia spiders digitais pela Web a fim de recolher vídeos automaticamente. Em lugar disso, assina acordos com veículos noticiosos a fim de obter parceiros aos quais promete audiência mais ampla ao seu material.

O esforço do YouTube para organizar vídeos noticiosos locais começou a sério no trimestre passado, com a introdução do módulo News Near You notícias perto de você. O módulo usa o endereço de Internet do computador do visitante para determinar sua localização e se existem parceiros em um raio de 150 quilômetros. Caso existam, sete dias de vídeos noticiosos locais são oferecidos para seleção pelo usuário.

Steve Grove, diretor de notícias e política do YouTube, afirma que cerca de 5% dos usuários que recorrem ao módulo de notícias locais assistem a pelo menos um vídeo, o que considera como encorajador. "O fator relevância entra em ação", diz. "Os vídeos passam a importar porque tratam de seu bairro, do lugar em que vive".

Originalmente no Terra

Tradução: Paulo Migliacci ME

terça-feira, 4 de agosto de 2009

TV Peugeot

Perdoem minha ausencia nas férias de julho, precisava desse repouso absoluto e longe de vídeos, computadores e parafernalhas tecnológicas!

Volto com um link muito legal da Peugeot com vários vídeos dos seus carros e competições onde a marca participa com seus carros.





http://www.tv-en.peugeot.com/

Está aí uma mídia barata, de fácil disseminação e que poucas montadoras usam. Parabéns para a Peugeot pela iniciativa que provou que apesar de simples e óbvia, é muito melhor ter algo pequeno e bem feito do que algo gigantesco e mirabolante parando nos budgets.

Todas as empresas deveriam aproveitar seus materiais para criar seus canais, não é difícil. O Youtube mesmo pode prover essa estrutura para veiculação dos vídeos, basta ter vontade e alguém com visão para incorporar esta tarefa. Se sua empresa tem vídeos de produtos ou eventos patrocinados, está esperando o que para mostrá-los à sua audiência?