sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Redes de TV levam briga da audiência para a internet

CTRL +V do IDGNow - ótima matéria!

Enquanto as empresas de internet reforçam produção de conteúdo audiovisual ou investem no licenciamento de material de grandes produtores, como demonstrou reportagem do IDG Now! da quarta-feira (2/9), as redes de TV no Brasil veem a internet como meio para prolongar a vida útil da programação exibida originalmente na televisão aberta.

A razão que move as emissoras é a mesma que leva os portais a investir em vídeo: a demanda na web por esse tipo de conteúdo no Brasil cresce a passos largos - aumento de 22% na audiência em julho, segundo dados da consultoria Ibope Nielsen Online - estimulada pela maior penetração da banda larga no País.

O Brasil começou 2009 com 11,8 milhões de conexões de banda larga, praticamente o dobro da marca de 6 milhões registrada há menos de dois anos pela pesquisa Barômetro Cisco de Banda Larga, realizada pela consultoria IDC Brasil.

A oportunidade de negócios fez com que, no ano passado, Rede TV!, SBT, Bandeirantes e Cultura lançassem projetos para a internet, enquanto a Globo aprofundou sua estratégia na rede. Em linhas gerais, no entanto, a estratégia adotada vai além de veicular trechos da programação em serviços como o YouTube. Com exceção da TV Gazeta, que não reaproveita vídeos da sua grade na rede, a atuação dos canais de TV aberta na internet segue o mesmo caminho: ter um portal próprio no qual programas são repartidos e reproduzidos com ferramentas sociais básicas.

Globo.com é inspiração
O modelo básico segue estratégia adotada pelo Globo.com, veículo pioneiro na transição entre televisão e internet no mercado brasileiro. O portal serve como uma plataforma pela qual conteúdo das Organizações Globo ( oferecidos na íntegra ou parcialmente em diferentes mídias) são reaproveitados.

O Globo.com assumiu em 2003 a atual estratégia de misturar conteúdo inédito produzido pelo canal online - visão aprofundada pelo lançamento do G1, em setembro de 2006 - com trechos da programação de veículos das Organizações Globo (além da TV Globo, o canal pago GloboNews, as rádios Globo e CBN, os jornais O Globo e Diário de São Paulo e as revistas Época e Globo Rural).

Tanto a Rede TV! como a Band trilham os passos do Globo.com. O posicionamento semelhante é percebido na forma de organizar o conteúdo - os três contam com quatro categorias básicas na página principal (jornalismo, entretenimento, esportes e vídeos). As semelhanças ocorrem também na questão visual. A navegação baseada em cores, utilizada primeiro pela Globo.com, é replicada no eBand (lançado em 13 de julho) e no RedeTV.com.br (lançado em 30 de junho).

Alheio ao formato “vídeos da TV+conteúdo próprio”, o SBT colocou no ar sem nenhum alarde em setembro de 2008 uma ferramenta chamada Vídeos, rebatizada para SBT Vídeos no primeiro semestre desse ano. No espaço, a empresa de Sílvio Santos concentra “boa parte” da sua programação, segundo a assessoria de imprensa da emissora.

A Rede Record prepara um portal, chamado de R7 e com previsão de lançamento para 27 de setembro. A estratégia deverá seguir a receita do Globo.com de misturar conteúdo próprio com programação do canal de TV . “O R7 será a porta de entrada para a exibição de conteúdo em vídeo, seja ele transmitido pela TV ou de produção exclusiva do portal”, adianta o gerente de desenvolvimento de web da Rede Record, Cláudio Henrique Bruna.

A estratégia focada em vídeos descrita por Cláudio já havia sido iniciada pela Record com o Mundo Record, serviço de vídeos (chamado pelo executivo de “experiência temporária” usada como “termômetro para medir a aceitação do telespectador”) que congregava trechos de programas da TV Record e da Record News. O site saiu do ar em razão da emissora ter criado seu canal no YouTube.

Distribuição por portais e YouTube

Os canais próprios, porém, não restringem a distribuição online de conteúdo dos canais de TV – episódios dos reality shows A Fazenda ou Ídolos, da Record, podem ser vistos na TV iG e na TV Terra, enquanto o material noticioso da BandNews é replicado também no serviço do Terra e na TV UOL.

O próprio uso do YouTube, seja pela Record ou pela Bandeirantes, que vem costurando um acordo com o Google Brasil, indica como os portais centralizam, mas não restringem a reutilização do conteúdo online. “Nós mesmos vamos colocar a programação em nosso canal no YouTube, com alta qualidade de som e imagem”, explica o diretor de negócios online da Bandeirantes, Ricardo Anderáos.


Quem segue estratégia similar é a TV Cultura, que também negocia com o Google um canal próprio no YouTube e trabalha para finalizar o centro de mídia que deverá equiparar o canal da Fundação Padre Anchieta a todos os outros descritos nesta reportagem.

A rabeira do setor não é amargada pela TV Cultura em função do seu pioneirismo na transmissão ao vivo do programa de entrevistas Roda Viva, que ecoa a transmissão ao vivo do Vitrine, em 1997, quando sua apresentação ainda era responsabilidade do apresentador Marcelo Tas. “Tratava-se de uma transmissão experimental. O mercado não tinha nem banda para acompanhar um programa ao vivo pela internet", explica o coordenador do núcleo de novas mídias da Fundação Padre Anchieta, Ricardo Mucci.

O avanço na atual infraestrutura fez com que, desde outubro do ano passado, a TV Cultura começasse a transmitir ao vivo a gravação do Roda Viva em seu IPTV Cultura, projeto que deverá transmitir outros programas da grade, como Vitrine, Metrópolis e No Ponto, nos próximos dois meses. O objetivo de retransmitir toda a programação, assim como lançar um centro de mídia que congregue conteúdos do canal, segundo Mucci, esbarra em questões jurídicas sobre a exploração do conteúdo em outras mídias que não a televisão.

A polêmica sobre a transmissão ao vivo
A transmissão oficial do sinal ao vivo de TV é uma ideia que a Rede TV! coloca em prática desde o final do junho. “É uma tendência de mercado. Quanto mais espectadores, melhor para o veículo. Estamos sentindo que as pessoas assistem a atração na TV e a veem novamente na internet”, explica o superintendente de operações do canal, Kaled Adib. A certeza do executivo, porém, não é compartilhada pelos outros canais ouvidos pelo IDG Now!.

Quem tem o argumento mais contundente é o diretor geral da Globo.com, Juarez Queiroz, cujo portal tem o crescente hábito de transmitir competições esportivas na web simultaneamente à TV. “O que aconteceu com o Speedy? A rede brasileira de internet não foi desenhada e não tem capacidade para escoar o volume de produção de vídeo ao vivo”, afirma Queiroz, relembrando os seguidos problemas de instabilidade sofridos pelo serviço de banda larga da Telefônica.

Após dois meses proibida de vender novas assinaturas do Speedy pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Telefônica foi liberada para comercializar o serviço em 26 de agosto.

“O potencial de mercado que isso tem é relativamente limitado. Em casa, você tem uma tela maior e está em posição mais confortável. Não acho que seja um diferencial quando se tem o mesmo sinal no celular ou na TV”, afirma Queiroz. Cláudio, da Record, adota o mesmo tom. “O formato de transmissão simultânea ainda está se consolidando. Entendemos que apenas codificar o sinal e transmiti-lo via internet não é a melhor opção de entrega de conteúdo”. A Bandeirantes também não tem planos de seguir o modelo, confirma Anderáos.

Queiroz defende uma transmissão seletiva de eventos, citando o caso da veiculação ao vivo e de graça dos jogos da Copa das Confederações deste ano, após a exibição fechada da Copa do Mundo em 2006. “Há eventos que fazem sentido, como os que são realizados ao longo do dia, quando pessoas não estão em casa”. Como exemplo, Queiroz cita coberturas jornalísticas que justifiquem a liberação do streaming ao vivo do canal pago Globo News, como acidentes aéreos ou escândalos políticos.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

YouTube negocia com Hollywood para exibir filmes pagos

CTRL+V do Terra

O YouTube, o maior site de vídeos da web, está negociando um acordo com estúdios de Hollywood que permitiria que visitantes assistissem a filmes completos, de acordo com duas pessoas informadas sobre as negociações.

Caso um acordo seja fechado, representaria uma grande mudança para o YouTube, que construiu grande audiência ao oferecer uma coleção eclética de videoclipes gratuitos, e que obtém a maior parte de sua receita da publicidade. Também colocaria o YouTube, controlado pelo Google, em concorrência direta com serviços oferecidos pela Netflix, Amazon e Apple, os quais permitem que os usuários comprem ou aluguem filmes online.

O YouTube, que já oferece alguns filmes mais antigos gratuitamente em seu site, está negociando com Lionsgate Entertainment, Sony e Warner Brothers sobre a possibilidade de oferecer produções mais novas, disse uma pessoa informada sobre as negociações, que vinham sendo conduzidas em caráter confidencial.

O YouTube, que há muito vinha procurando adicionar mais vídeos produzidos profissionalmente, afirmou em comunicado que "embora não comentemos sobre boatos e especulações, esperamos expandir tanto o nosso ótimo relacionamento com os estúdios de cinema quanto a seleção e tipos de vídeo que oferecemos à nossa comunidade".

Scott Rowe, porta-voz da Warner Brothers, e Jim Kennedy, porta-voz da Sony Pictures, se recusaram a comentar. Peter Wilkes, porta-voz da Lionsgate, também não comentou de forma específica, mas declarou que sua empresa estava "sempre explorando alternativas" que pudessem ajudá-la a faturar mais com os seus filmes.

A Lionsgate, disse Wilkes, desfruta de considerável sucesso em sua oferta de filmes e programas de televisão por intermédio da Apple. De acordo com ele, a série Mad Men, do estúdio, já conseguiu dois milhões de downloads na loja online iTunes, da Apple.

As negociações entre o YouTube e os estúdios foram reportadas inicialmente no site do Wall Street Journal.

Os estúdios de cinema vinham pressionando o YouTube a considerar cobrança por determinados tipos de conteúdo, disse uma pessoa informada sobre as discussões. O YouTube parece disposto a ceder caso os estúdios concordem em lhe oferecer acesso a número suficiente de seus filmes mais novos, em data próxima ao lançamento destes em DVD, disse a fonte.

Um executivo de estúdio ¿ que está informado sobre as negociações mas não quis que seu nome fosse divulgado para minimizar a perturbação nas discussões - afirmou que as questões que ainda resta resolver envolvem preço e o prazo para lançamento de filmes no YouTube. Ainda que as vendas de DVDs tenham caído, os estúdios continuam a proteger o período em que filmes estão disponíveis em DVD mas não em outros formatos.

Os analistas dizem que, sem conhecer os termos do acordo, seria impossível avaliar seu impacto financeiro sobre o YouTube, mas afirmam que, em termos gerais, acordos com grandes provedores de conteúdo seriam positivos para o YouTube, com o tempo.

"Wall Street trabalha com a suposição de que o YouTube continuará deficitário", disse Ross Sandler, analista da RBC Capital Markets. Ele afirma que com acordos como esse "o potencial positivo do YouTube em longo prazo aumenta".

O YouTube domina de forma esmagadora o mundo dos vídeos online. Em julho, usuários norte-americanos assistiram a quase nove bilhões de clipes no site, cerca de 10 vezes mais clipes do que assistiram nos sites operados pela concorrente mais próxima, a Viacom, de acordo com a comScore.

Mas boa parte da audiência do YouTube visita o site para assistir a uma mistura aleatória de vídeos produzidos por amadores, que os anunciantes não veem com bons olhos. Por isso, o YouTube há muito está envolvido em uma busca pela obtenção de maior número de vídeos produzidos profissionalmente que pode usar para gerar receitas e compensar o enorme custo de veicular bilhões de vídeos gratuitos.

O YouTube tem se provado disposto a mudar para atender às necessidades dos produtores profissionais de conteúdo. Em abril, por exemplo, anunciou um acordo com a Universal Music para criar o Vevo, um site separado para vídeos musicais. A Sony Music aderiu posteriormente a essa parceria, cujo site ainda não estreou.

O Vevo é visto como tentativa de imitar o sucesso do Hulu, site criado pela NBC, Fox e Disney para oferecer programas gratuitos de TV e filmes aos usuários. Embora a audiência do Hulu seja muito inferior à do YouTube, o site vem conseguindo atrair grandes anunciantes.

Parte dos esforços do YouTube podem estar começando a propiciar resultados. Nos últimos meses, executivos do Google afirmaram que graças a diversos novos esforços publicitários associados a vídeos profissionais, o YouTube estava mais perto de sair do vermelho, ainda que se recusassem a estimar quando o fará.

O Google cobrava por locação e download de vídeos no passado, com o Google Video. Mas menos de um ano depois de adquirir o YouTube, em outubro de 2006, suspendeu os serviços de vídeo pago.

Tradução: Paulo Migliacci ME

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Audiência de sites de vídeo online bate recorde nos EUA

CTRL+V do AdNews que fez CTRL+V do IDGNow

A comScore, empresa que mede a audiência de diversos sites, revelou que o número de internautas que assistiram vídeos online nos EUA bateu recorde e chegou a 158 milhões de usuários em julho deste ano.

De acordo com a pesquisa, outro recorde também foi batido, só neste mês foram vistos 21,4 bilhões de vídeos pela web.

Os sites do Google, incluindo o YouTube continuaram a liderar o ranking de audiência e representaram por 42 % de todos os vídeos assistidos online. Isso equivale a 8,9 bilhões de filmes.

A Viacom Digital ficou em segundo lugar com 812 milhões de vídeos exibidos, respondendo a 3,8% de toda a audiência. Já os sites da Microsoft exibiram 631 milhões de filmes, o equivalente a 3% da audiência.

Em média, cada um dos 158 milhões de internautas assistiram a 135 vídeos no mês de julho.Os sites do Google também ficaram em primeiro lugar em números de visitantes, recebendo 121 milhões de internautas no mês passado, com 74 vídeos exibidos por usuário. A Microsoft ficou em segundo lugar nesse ranking, com 65 milhões de espectadores (10 vídeos por usuário) e a Fox Interactive Media teve 52 milhões de internautas (10,8 vídeos por usuário).

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Mais conteúdo em mais plataformas

CTRL+V da B2B Magazine

Novela das oito ou jogo de domingo na TV, apenas, não bastam. Os espectadores querem mais opções de conteúdo de vídeo e em diferentes plataformas. É o que conclui a Accenture em pesquisa feita com 14 mil pessoas em 13 países, sendo que pelo menos mil entrevistas foram feitas no Brasil.

De acordo com o estudo, o número de usuários que assistem a seis ou mais canais de televisão aumentou de 35% no ano passado para 40% em 2009. Enquanto há um ano 33% viam oito ou mais programas televisivos por semana, na pesquisa atual esse índice subiu para 39%.

Os dados podem estar relacionados ao crescimento do uso de outras plataformas, além do velho aparelho de televisão. Enquanto em 2008, 61% dos usuários utilizam seus computadores pessoais para acessar conteúdos de vídeo, esse índice passou para 74% em 2009. Também aumentou o número de pessoas que veem TV pelo celular – de 32% para 45%.

"Agora nós vivemos em um mundo onde metade da população tem acesso aos dispositivos móveis e onde a fragmentação da audiência apresenta oportunidades para os fornecedores de conteúdo gerar lucro", avalia Petronio Nogueira, líder da área de Mídia e Telecomunicações da Accenture.

"A chave permanece na compreensão de quem são os consumidores e o que eles querem, e no investimento em informações para desenvolver e entregar os produtos e serviços certos para o mercado”, completa.

Outra conclusão da pesquisa é a diferença no comportamento dos usuários conforme sua origem. Enquanto em países desenvolvidos como Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido é menor o interesse em conteúdo de vídeo pelo celular (22 a 26% dos usuários), nos países emergentes, como Brasil, México e Malásia, chega a ser três vezes maior (65 a 71%).

Metodologia
Esse estudo é baseado em uma pesquisa realizada online com cerca de 14 mil consumidores em 13 países: Austrália, Brasil, França, Alemanha, Itália, Japão, Malásia, México, Coréia do Sul, Singapura, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos. Cada país representado na pesquisa teve pelo menos 1.000 participantes, todos com idade acima de 18 anos. O estudo foi realizado em janeiro e fevereiro de 2009.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Locadora online lança serviço de filmes por streaming

CTR+V do Terra

A locadora online NetMovies começa, a partir desta terça-feira, a distribuir filmes por streaming para serem vistos no computador com o NetMovies Live. O novo recurso estará disponível para assinantes do serviço de aluguel de DVDs pelo correio.

O sistema de funcionamento do NetMovies Live ocorre do mesmo modo que outros sites de vídeo. Basta escolher o filme e iniciar a reprodução do título, sem precisar fazer download no computador. Segundo a NetMovies, inicialmente são 100 filmes disponíveis no catálogo de streaming, número que deve chegar a 2,5 mil até o final do ano. Os títulos têm "alta definição" de imagem, áudio original e legendas em português.

Entre os títulos para ver online estão clássicos como A Bela da Tarde, Amarcord e títulos de Charles Chaplin e Bruce Lee, entre outros.

Por enquanto, assinantes da NetMovies para os planos de aluguel de DVDs e Blu-ray já têm acesso ao Live. Esse acesso será gratuito por 15 dias, mesmo para novos assinantes. Depois, o acesso aos vídeos online ocorrerá de acordo com o aluguel de títulos em DVD e Blu-ray, sem custo adicional. Um plano específico, apenas para o streaming, será vendido pelo preço sugerido de R$ 15,60 ao mês, com direito a 10 horas mensais de conteúdo.

A NetMovies Live diz que usa uma tecnologia criada pela Ooyaya, que tem clientes como Warner, Joost e NatGeo, entre outros. O serviço Live funciona em qualquer computador (PC, Mac ou Linux), direto do navegador internet. O NetMovies Live pode ser acessado direto em www.netmovies.com.br.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Suposta nova canção do Radiohead cai na web

CTRL+V da Abril

“These Are My Twisted Words” foi postada no YouTube; música pode ser sobra do single de “Knives Out”, de 2001
Uma suposta música nova do Radiohead foi disponibilizada na internet através do YouTube, é o que conta o semanário britânico “NME”, nesta quinta-feira (13).

De acordo com o “NME”, a canção intitulada “These Are My Twisted Words” foi postada no YouTube e conta vocais de Thom Yorke e timbres de guitarra característicos do Radiohead. A canção seria uma espécie de sobra do single “Knives Out”, de 2001.

Ainda segundo o veículo britânico, recentemente o Radiohead entrou em estúdio para gravar material novo com o produtor Nigel Godrich, em Oxfordshire.

Em julho, o Radiohead lançou através de seu site oficial a canção “Harry Patch (In Memory Of)", um tributo a Patch, último sobrevivente britânico da primeira Guerra Mundial, morto no mês passado.

A suposta nova canção do Radiohead aparece na web dias após Thom Yorke ter revelado que seu grupo deixará de produzir álbuns convencionais.

Ouça a canção “These Are My Twisted Words” em http://www.youtube.com/watch?v=F2ztWvuyXeU&feature=player_embedded

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Take 5 estima crescimento de 30% em vídeos online

CTRL+V do Adnews

A disponibilidade de maior banda larga, a demanda por inovação na comunicação digital, os investimentos constantes das empresas em treinamentos internos e externos e um novo perfil de consumo de conteúdo pela internet são alguns dos fatores que vêm contribuindo para o cenário atual da Take 5.

Com soluções baseadas na aplicação dos vídeos digitais – E-Training, TV online, Videobanner, VideoMailing e GlobalCast, a empresa espera 30% de evolução para este ano. Somente em 2008, a área cresceu 50% em relação ao ano anterior. Para alcançar essa projeção em 2009, a Take 5 aposta em dois segmentos importantes, sendo um deles o setor varejista com soluções que viabilizem e facilitem a capacitação de vendedores pela indústria, por meio de vídeos interativos.

Para as PME´s (Pequenas e Médias Empresas), está previsto o lançamento de uma solução de CRM – e-marketing. O objetivo é possibilitar o gerenciamento de micro campanhas de marketing online por meio de recursos de inteligência de negócios espelhados em modelos de grandes organizações.

“O mercado SMB precisa ganhar competitividade e, ao mesmo tempo, contar com investimentos acessíveis. No mundo digital, a mensuração é fundamental e contar com uma ferramenta desenvolvida especificamente para esse setor, que faz a gestão do contato com o público alvo, é algo que pode contribuir com maior progresso nas empresas de pequeno e médio porte”, explica Ricardo Franco, Diretor de Relacionamento e TI da Take 5.

Entre os segmentos que a Take 5 atende atualmente com demandas por soluções que envolvem os vídeos online, estão áreas de vendas e marketing de multinacionais, agências de propaganda e publicidade e o mercado editorial, que percebe a importância da transmissão de conteúdos por meio da TV online.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

YouTube quer mais colaboradores para exibir notícias locais

Repasso a notícia do Terra, que abre uma grande oportunidade para pequenas e médias produtoras de vídeo que queiram apostar no mundo online. Segue o CTRL+V bem longo...

Com sua capacidade de recolher artigos e vender publicidades vinculadas a buscas que os exibam, o Google já se tornou uma imensa força no mundo dos novos negócios - e com isso no flagelo de muitos jornais. Agora, o YouTube, uma empresa que ele controla, deseja fazer a mesma coisa com a programação local de TV.

O YouTube, que já alardeia ser "a maior plataforma noticiosa do planeta", criou um recurso de "notícias perto de você" que determina a localização de um usuário e oferece uma mistura de vídeos relevantes. Com o tempo, isso poderia resultar em uma espécie de noticiário instantâneo. A empresa já oferece vídeos locais de dezenas de fontes e quer elevar ainda mais seu número de colaboradores.

O YouTube afirma que está ajudando as estações de TV e outros parceiros ao criar uma nova fonte de receita, ainda que esteja não seja por enquanto significativa em termos de receita.

Mas as companhias de notícias podem ter motivos para cautela. Poucas estações de TV descobriram como reproduzir na Internet os lucros que auferem com seus serviços analógicos, e o YouTube pode facilmente se tornar mais um concorrente.

Assim, por enquanto a maior parte dos vídeos do serviço local do YouTube serão fornecidos por fontes não tradicionais: estações de rádio, jornais, faculdades e, no caso de uma empresa iniciante de San Francisco chamada VidSF, três amigos que detestam a dieta noticiosa das estações locais e sua ênfase em incêndios e homicídios.

"Isso realmente nivela o campo de jogo", disse Kieran Farr, fundador da VidSF, que cobre a vida cultural da cidade e sobe vídeos para o YouTube. O recurso de notícias locais, criado no trimestre passado, é apenas parte do esforço do YouTube para penetrar no segmento de notícias em vídeo. Nas últimas semanas, a empresa convidou as mais de 250 mil fontes de notícias que fornecem conteúdo ao serviço Google News para que também passem a fornecer vídeos. O site também está promovendo vídeos da rede de TV ABC e de agências de notícias como a Reuters e Associated Press, bem como de outros veículos.

Este ano, o YouTube começou a oferecer em sua home page vídeos com notícias urgentes - entre os quais conteúdo fornecido por cidadãos iranianos, durante os protestos recentes, com imagens registradas por celulares.

Até agora, os vídeos noticiosos locais não substituíram a mídia impressa ou a cobertura local de TV. No domingo, os usuários de perto de Baltimore recebiam vídeos sobre um programa de assistência a adolescentes; em Chicago, o tema era uma reportagem da WGN-TV sobre artistas de rua; em Los Angeles, uma resenha em vídeo do jornal Los Angeles Times sobre uma motocicleta elétrica. E os produtores afirmam que as audiências muitas vezes são da ordem das centenas, e não milhares, de espectadores.

Até o momento, 200 veículos noticiosos assinaram com o YouTube a fim de oferecer pacotes noticiosos e rachar a receita da publicidade veiculada em companhia deles. Além disso, as buscas no Google agora mostram vídeos do YouTube entre os resultados, em companhia de artigos noticiosos, o que ajuda os vídeos a atingir uma audiência mais ampla.

A imensa amplitude do YouTube - que recebe 100 milhões de visitas de norte-americanos a cada mês - faz dele uma poderosa força de promoção, bem como potencial ameaça para as empresas de mídia estabelecidas. E essas empresas já têm muito com que se preocupar: boa parte do mercado local de mídia desabou, nos últimos anos, com a transferência dos anúncios classificados para a mídia online, os cortes na publicidade das montadoras de automóveis e a proliferação nas opções de notícias e entretenimento.

O YouTube, enquanto isso, ainda não conseguiu sair do vermelho, mais de três anos depois de adquirido pelo Google. Porque questões de direitos autorais impedem a exibição de anúncios em companhia de vídeos produzidos por amadores, a empresa se esforçou por formar alianças com parceiros profissionais a fim de propiciar conteúdo passível de associação a publicidade, no site. As notícias são uma opção evidente, quanto a isso.

"O Google só tem a ganhar ao dividir renda com as pessoas instaladas nos mercados locais de notícias", disse Terry Heaton, vice-presidente sênior da AR&D, uma empresa que presta consultoria a empresas de mídia com foco local.

O Google anunciou em junho que estava satisfeito com a trajetória do YouTube e indicou que esperava que o site começasse a propiciar lucros em futuro não muito distante, mas sem especificar uma data.

Embora o YouTube tenha a ganhar ao adicionar vídeos locais, resta determinar se as organizações noticiosas estabelecidas poderiam dizer o mesmo. O fato de que o Google veicule manchetes e parágrafos de artigos noticiosos em seus resultados de buscas despertou algumas acusações de que a empresa tem parte da culpa pela crise financeira dos jornais. O presidente-executivo da Dow Jones recentemente definiu o Google como "vampiro digital", que "suga o sangue" dos jornais ao fornecer seus artigos gratuitamente.

O que o YouTube está fazendo é um tanto diferente. Não envia spiders digitais pela Web a fim de recolher vídeos automaticamente. Em lugar disso, assina acordos com veículos noticiosos a fim de obter parceiros aos quais promete audiência mais ampla ao seu material.

O esforço do YouTube para organizar vídeos noticiosos locais começou a sério no trimestre passado, com a introdução do módulo News Near You notícias perto de você. O módulo usa o endereço de Internet do computador do visitante para determinar sua localização e se existem parceiros em um raio de 150 quilômetros. Caso existam, sete dias de vídeos noticiosos locais são oferecidos para seleção pelo usuário.

Steve Grove, diretor de notícias e política do YouTube, afirma que cerca de 5% dos usuários que recorrem ao módulo de notícias locais assistem a pelo menos um vídeo, o que considera como encorajador. "O fator relevância entra em ação", diz. "Os vídeos passam a importar porque tratam de seu bairro, do lugar em que vive".

Originalmente no Terra

Tradução: Paulo Migliacci ME

terça-feira, 4 de agosto de 2009

TV Peugeot

Perdoem minha ausencia nas férias de julho, precisava desse repouso absoluto e longe de vídeos, computadores e parafernalhas tecnológicas!

Volto com um link muito legal da Peugeot com vários vídeos dos seus carros e competições onde a marca participa com seus carros.





http://www.tv-en.peugeot.com/

Está aí uma mídia barata, de fácil disseminação e que poucas montadoras usam. Parabéns para a Peugeot pela iniciativa que provou que apesar de simples e óbvia, é muito melhor ter algo pequeno e bem feito do que algo gigantesco e mirabolante parando nos budgets.

Todas as empresas deveriam aproveitar seus materiais para criar seus canais, não é difícil. O Youtube mesmo pode prover essa estrutura para veiculação dos vídeos, basta ter vontade e alguém com visão para incorporar esta tarefa. Se sua empresa tem vídeos de produtos ou eventos patrocinados, está esperando o que para mostrá-los à sua audiência?

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Time e Comcast colocam mais TV na web

NOVA YORK - A Time Warner e a Comcast se uniram para testar maneiras de permitir que as pessoas assistam a mais programas de TV na internet.

Ao mesmo tempo, as companhias pretendem assegurar que os consumidores continuem pagando por serviços tradicionais de TV a cabo ou satélite.

A parceria entre as duas grandes empresas de mídia ressalta a pressão que a indústria de TV vem sofrendo para proteger sua receita, mas também satisfazer os consumidores que querem assistir a seu drama ou comédia favorito no lugar e hora em que preferem.

A Time Warner e a Comcast estão apostando num esquema com o qual, basicamente, os espectadores poderão assistir a qualquer programa, em qualquer momento, no aparelho que quiserem, quer seja televisor, computador ou telefone celular.

A única exigência é que eles terão primeiro que comprovar que são clientes da TV a cabo ou via satélite, pagando uma assinatura mensal.

A Time Warner e a Comcast vão iniciar em julho um teste nacional, técnico e estratégico, do novo sistema.

Cerca de 5.000 assinantes que vão participar do teste poderão acessar episódios inteiros de programas das redes TNT e TBS, da Time Warner, como "The Closer" e "My Boys", na Comcast.net, horas apenas depois de eles irem ao ar na televisão.

O CEO da Time Warner, Jeff Bewkes, disse que vem discutindo iniciativas semelhantes com "praticamente todas as empresas de satélite, telefone e outras empresas a cabo". Por sua vez, o executivo-chefe da Comcast, Brian Roberts, disse prever que outras redes se unam ao esquema, oferecendo seus próprios programas de sucesso.

"É um pouco como o iTunes, mas melhor, porque não é preciso pagar a mais", disse Bewkes.

Bewkes não fez segredo de seu desejo de levar a televisão para o que chama de "TV em Todo Lugar", uma frase que resume uma abordagem que consiste em exigir que os espectadores comprovem que pagam por um serviço de TV, para que possam assistir a programas na Web. A Comcast chama a abordagem de "On Demand Online" (a pedidos online).

Seja qual for o nome, conseguir que o público continue a pagar pelo serviço de TV é essencial para operadoras de cabo como a Comcast. É quase tão essencial para redes de TV a cabo como TBS, que recebem taxas de operadoras de cabo que transmitem seus programas.

O receio no setor é que, se deixar de proteger seus programas do mundo aberto e gratuito da internet, a indústria de televisão possa sofrer a mesma devastação que os setores de música e mídia impressa.


CTRL+V da info

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Brasil já é o quinto em número de usuários de internet

O Brasil alcançou a quinta posição no ranking mundial em número de pessoas que acessam a internet, de acordo com estudo realizado pela consultoria Everis, em parceria com Escola de Negócios da Universidade de Navarra, da Espanha. Segundo o levantamento, um em cada dez dos cerca 1,6 bilhão de internautas existentes no mundo vive na América Latina, metade dos quais no Brasil.

Dos 44 países avaliados pela empresa entre 2000 e 2008, nove tiveram aumento no número de usuários, a um ritmo superior a 40% por ano. Brasil, Colômbia, Cuba e Paraguai são os países latinos entre eles. No geral, Paquistão e Marrocos apresentaram crescimento mais veloz, de 57,5% e 56,2% ao ano, respectivamente.

Os países que concentram um número maior de usuários de internet em todo o mundo são China (285 milhões), Estados Unidos (234,4 milhões), Japão (89 milhões) e Índia (86,2 milhões). Somados à Alemanha, o país europeu com maior número de usuários (61,9 milhões), esses países correspondem a mais da metade do total mundial de internautas ativos, ou seja, cerca de 833 milhões (51,4%).

Na relação entre abrangência de internet e o Produto Interno Bruto (PIB), países como o Brasil, Colômbia e Peru apresentaram índices bem acima do esperado. O contrário acontece com Argentina, Chile, México, Uruguai e, em especial, Venezuela que, comparativamente a seus PIBs, apresentaram baixo número de usuários.

O estudo também revelou que, no ano passado, 62% dos acessos à internet no mundo foram feitos por meio de banda larga. Nesse quesito, a América Latina apresentou a maior porcentagem média, de 79,2%, sendo que em primeiro lugar ficou a Colômbia (88,8%), seguido de Venezuela (85,4%), Brasil (84,9%), Uruguai (80,1%), México (80%) e Argentina (72,4%).

Entre os países avaliados, 19 têm mais de 90% das conexões de banda larga. A Coréia tem 100%, Suíça, França, Estados Unidos e Portugal têm 99% ou mais e Espanha, 96,8%. O Chile é o único país latino-americano nessa categoria, com 97,5% de suas conexões feitas por banda larga.


CTRL+V da TI Inside

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Grupo Abril suspende canais Ideal e Fiz TV

O Grupo Abril decidiu suspender, a partir de 30 de junho, as atividades dos Canais Abril, dos quais fazem parte o Ideal e o Fiz TV. Segundo comunicado da empresa, "a decisão foi motivada pela dificuldade em romper uma barreira praticamente intransponível que existe no Brasil para a distribuição de canais pagos".

Afetado pelo crise econômica mundial que não perdoa os meios de comunicação, o Grupo também vai tirar de circulação, a partir da próxima quinta-feira (25), a Revista da Semana, lançada em agosto de 2007.

“Já sabíamos que não seria uma experiência fácil, porém acreditávamos que o projeto poderia se firmar, mesmo em face da alta competitividade dos meios digitais. Durante quase dois anos, a publicação foi conquistando seu espaço, mas com a crise econômica e consequente retração e incerteza do mercado, a continuidade do projeto foi inviabilizada”, esclarece Jairo Mendes Leal, presidente executivo da Editora Abril.


CTRL+V da Propmark

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Fox Latin America lança TV online no Brasil

A Fox Latin America Channels apresentou ao Brasil o mundofox.com.br, sua TV online. Trata-se de um portal de entretenimento online voltado aos usuários de língua hispânica (www.mundofox.com) e portuguesa (www.mundofox.com.br), oferecendo na América Latina – gratuitamente e a qualquer momento – vídeos Premium online que incluem vários programas séries e demais conteúdos de sucesso. O anúncio foi realizado por Hernán Lopes , presidente e COO da FOX International Channels.

O mundofox.com.br oferece atualmente mais de 800 horas de conteúdo premium incluindo mais de 500 clipes de grande destaque da programação, além de séries, programas especiais e produções originais dos canais FOX, FX, NAT GEO, NAT GEO & EU, Canal Speed e Bemsimples. Dentre os programas, destacam-se 24 Horas, Prison Break, 9MM:São Paulo, American Dad, Tempo Final, Uma Família da Pesada, Burn Notice, My name is Earl, Life on Mars e coridas transmitidas pelo Canal Speed.

O mundofox.com.br disponibiliza uma série de funções. Ele possibilita desde incorporar o conteúdo em redes sociais e recomendá-lo a um amigo (enviando o link), até adaptar o fundo da tela, equilibrando a luz e e proporcionando uma melhor experiência na hora de assistir aos vídeos. Além disto, o sistema adapta o vídeo automaticamente conforme a velocidade de conexão do usuário.

O mundofox.com.br é um serviço online e gratuito para consumidor. A receita será obtida por meio da venda de publicidade com origem nas impressões geradas e vídeos assistidos no portal. Além disto, a distribuição de conteúdo proveniente de sites ou blogs que levem o internauta para o mundofox.com.br irá gerar mais tráfego e, consequentemente, aumentar o número de impressões.

“O mundofox.com.br tem como objetivo – tal qual todas as áreas que operamos – oferecer um serviço diferenciado aos nossos clientes, usuários, provedores de conteúdo e assinantes. Nossa marca é sinônimo de entretenimento, o que permite obter um grande compromisso por parte dos usuários e maior eficácia publicitária”, disse López.

“O mundofox.com.br foi criado para gerar melhora contínua no uso de formatos e modelos novos e mais interativos. O portal trabalha em colaboração com os anunciantes com o objetivo de inovar, experimentar constantemente e encontrar a resposta apropriada para cada marca. Simultaneamente, com base na experiência de serviços similares nos Estados Unidos, trabalharemos com nossos distribuidores por cabo e satélite para garantir os melhores resultados a todos os integrantes de nosso sistema”, completou López.

CTRL+V da Adnews

terça-feira, 9 de junho de 2009

TV pela web já venceu a TV

Implantada no Brasil desde 2007, a TV digital ainda enfrenta questões burocráticas para vingar do ponto de vista interativo. No começo deste ano, foram definidas as especificações para a interatividade na nova tecnologia, mas as primeiras aplicações estão prometidas apenas para 2010.


Em entrevista do site IDG Now!, o cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R.), Silvio Meira, diz que em termos de acesso, porém, a TV interativa já foi ultrapassada pelo acesso à programação pela internet.

Para ele, o maior concorrente da TV digital hoje no mundo inteiro não são os modelos diferenciados, mas, sim, a TV pela internet. "A TV digital talvez tenha demorado demais para chegar e tenha sido vencida pela TV dentro da própria internet", diz.

Para Meira, o modelo de negócios da TV digital emperra o desenvolvimento e, ao invés de se preocupar com padrões tecnológicos, esta outra questão deveria ser mais discutida.Meira lembra que à medida que a interatividade atrasa, a população a se acostuma a colaborar por meio da rede e usá-la como mídia no processo em que a adesão à banda larga aumenta. "Se não há canal de retorno na web e elas já usam interatividade, qual é exatamente o papel da televisão neste processo de tornar as coisas interativas?", indaga. Assim, "a Tv fica em situação difícil", diz.

"TV digital interativa existe e ela está dentro da internet". Segundo o especialista, as pessoas já interagem com a nova plataforma e participam com vídeos, áudio. Meira classifica a mudança conceitual: enq2uanto a Tv lida com público, na internet, a noção é de comunicdade. ou seja, o espectador virou usuário, completa.

"O público tem teclado, mouse, câmera e não só controle remoto. É uma rede diferente. Não se se o mecanismco de interatividade vai mudar o comportamento do público na TV."

CTRL+V da Redação Adnews

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Campanha milionária põe Bing na TV e vídeo online

Ao tentar transformar o Bing, seu novo serviço de busca, em parte tão importante da cultura popular quanto "bada bing", Bing Crosby ou Stanley Bing, a Microsoft está adquirindo espaço e tempo publicitário destacado para o bing.com em programas de televisão e no serviço de vídeo online Hulu.

O esforço por integrar a publicidade do Bing a conteúdo, uma técnica conhecida como "entretenimento de marca", tem por objetivo complementar uma elaborada campanha publicitária conduzida em moldes mais convencionais, que começou a ser veiculada na quarta-feira por meio de comerciais produzidos pela JWT, uma divisão do grupo WPP.

As estimativas são de que a Microsoft esteja investindo entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões em publicidade, com o objetivo de estabelecer o Bing como uma alternativa viável ao gigante incontornável do setor de buscas, o Google.

Trata-se da mais nova em uma série de tentativas - todas fracassadas - da Microsoft para ganhar mais importância no setor de buscas, no qual os investimentos publicitários parecem estar se sustentando melhor do que na maioria das demais mídias.

"Trata-se de um desafio de marketing dos mais complexos, e de um desafio também muito sério para o produto em si", reconheceu Yusuf Mehdi, vice-presidente sênior da divisão de serviços online da Microsoft, em Redmond, Washington. "Serão necessários múltiplos passos para que consigamos chegar ao ponto que desejamos atingir", ele afirmou, "e por enquanto estamos dando apenas o primeiro".

O Bing tem dois objetivos, de acordo com Mehdi: "Conquistar uma base firme de usuários e começar a expandir nossa fatia do mercado de busca". A segunda meta se refere ao fato de que "todos os demais" fornecedores de serviços de busca "perderam mercado nos últimos cinco anos", ele acrescentou, "excetuado o líder" - ele se refere, é claro, ao google.com, do Google.

"O ponto chave será determinar se somos capazes de fornecer um produto satisfatório e de nos conectarmos às pessoas emocionalmente por meio de nossa publicidade", disse Mehdi. Para atingir essa segunda meta, "é preciso fazer algo de um pouco mais surpreendente", ele acrescentou.

O primeiro ponto do novo esforço é um comercial com cara de programa de TV, no Hulu, que deve ser exibido às 20h de segunda-feira, horário da costa leste dos Estados Unidos. O programa de uma hora de duração, o primeiro informercial longo a ser exibido para o Hulu, está sendo definido como uma espécie de maratona televisiva, e seu título é "Bing-a-thon". O programa foi desenvolvido para a Microsoft pela Creative Artists Agency, de Los Angeles.

O elenco do falso programa de TV que será exibido pelo Hulu - um site operado como joint venture entre a General Electric e a News Corp. - incluirá Jason Sudeikis, do Saturday Night Live, Olivia Munn, do canal de TV a cabo G4, e o comediante Fred Willard. Os usuários do Hulu que assistirem ao programa receberão como prêmio a possibilidade de assistir a outros programas e filmes no site sem que tenham de ver comerciais. (Sim, o preço de assistir a um filme sem intervalos comerciais é assistir a um longo comercial.)

Depois, o Bing será integrado ao conteúdo de diversos programas exibidos por emissoras da rede NBC Universal, bem como em canais de cabos controlados pela divisão MTV Networks, da Viacom.

As redes controladas pela NBC Universal incluem a rede de TV aberta NBC, e o Bing ocupará segmentos no programa Late Show With Jimmy Fallon, a partir da próxima sexta-feira, e será integrado a episódios de uma série que deve ir no verão americano, The Philantropist, com estreia marcada para 24 de junho.

Como vendedora de produtos e serviços de tecnologia, a Microsoft "ocupa um espaço altamente competitivo", diz Ben Silverman, co-presidente do conselho da NBC Entertainment, uma das divisão da NBC Universal, em Los Angeles, e por isso a empresa precisa de "marketing inovador" de maneira a escapar ao ruído excessivo do mercado.

Por exemplo, os segmentos patrocinados pelo Bing no Late Show trarão Jimmy Fallon como um apresentador de programa de perguntas e respostas, no qual os participantes serão convidados a utilizar o bing.com para encontrar respostas a questões sobre temas como viagens, saúde e compras.

"'Bing' parece o tipo de palavra que Jimmy Fallon usaria", disse Silverman, rindo. "O alinhamento é excelente".

Em The Philantropist, no qual o ator James Purefoy interpreta um personagem que viaja pelo mundo para fazer o bem, um recurso chamado Mapas Bing estabelecerá a localização do personagem em cada episódio; outros personagens utilizarão o serviço de buscas para procurar informações.

E os telespectadores serão convidados, no início de cada intervalo comercial, a recorrer ao bing.com para aprender mais sobre os assuntos discutidos em The Philantropist, que deve durar oito episódios (no vocabulário do entusiástico Silverman, isso faz do programa uma "maxi-série de verão").

O acordo de patrocínio com a MTV Networks começa a vigorar na quinta-feira, no programa de entrevistas e humor Daily Show With Jon Stewart, no canal Comedy Central, e continuará até 17 de junho em programas como Top 20 Countdown, no CMT; The George Lopez Show, no Nick at Nite; Charm School, no VH1; e Real World -Road Rules Challenge Duel II Reunion Special, na MTV.

Os patrocínios do Bing envolverão oferecer aos telespectadores cerca de dois minutos de conteúdo adicional em cada episódio, por meio da redução no número de comerciais. (Anunciantes como Philips já o fizeram no passado, o que permite que telejornais como o NBC Nightly News With Brian Williams dediquem mais tempo às notícias).

Os programas da MTV Networks terão um comercial do Bing chamado "Fast Forward", criado pela JWT, que criará a ilusão de que o espectador está utilizando o recurso de avanço rápido em seu DVD ou gravador de vídeo digital, para assistir a dois minutos e meio de comerciais em apenas 30 segundos. A mensagem pretendida é a de que o bing.com serve para "dar a você o que você deseja".

"O que esse comercial tem de especial é que vira de cabeça para baixo o modelo tradicional da publicidade em TV", diz Judy McGrath, presidente-executiva e do conselho da MTV Networks, em Nova York, em mensagem de e-mail. "E isso beneficia anunciante e consumidor".

"Estamos produzindo mais exposição para a marca", ela diz, "e mais conteúdo para os fãs".

O risco de qualquer esforço de entretenimento de marca é que os consumidores venham a percebê-lo como marca demais e entretenimento de menos.

Na busca de maneiras para "cozinhar a nossa mensagem como parte dos programas", diz Eric Hadley, gerente geral de marketing para os serviços de buscas da MSN, na Microsoft, o objetivo é que os consumidores admirem o esforço, e não pensem nele como "isso outra vez?"


Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times by Stuart Elliott

CTRL+V do Terra notícias

terça-feira, 2 de junho de 2009

Ediouro lança TV

A Ediouro, que no ano passado faturou R$ 240 milhões, lança neste mês a Ediouro TV, para veiculação de vídeos on demand via internet. O objetivo é suprir a demanda por conteúdo literário na rede. A agência Frog, que tem entre seus sócios o empresário Luiz Calainho, desenvolveu todo o projeto.




CTRL+V do meio e mensagem.

Tem uma matéria mais completa no "O Globo" do Rio, mas eles não liberam o CTRL+V então fica só o link

Add em 03/06 - Vi esta outra reportagem divulgada no Caderno Prosa & Verso do O Globo de 30/05 neste blog e achei melhor adicionar, já que a mesma cita investimentos da casa de R$ 1,5 mi da Ediouro nesta nova empreitada.
Vale dar uma conferida!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Hulu lança programa para desktop

O serviço de vídeos online Hulu anunciou nesta quinta-feira (28/05) o Hulu Desktop, software que roda tanto em PCs como Macs e reproduz vídeos do site direto no desktop do usuário.

O Hulu Desktop faz parte da iniciativa Labs, revelada pelo serviço também nesta quinta, em que novas funcionalidades ou ferramentas para o Hulu ainda em desenvolvimento podem ser testadas e comentadas pelos usuários.

Pelo novo programa, usuários podem assistir a episódios de séries no desktop sem a necessidade de abrir o navegador. É possível também procurar e classificar vídeos a partir do Hulu Desktop.

O novo programa também pode ser integrado a programas que controlam conteúdo multimídia na sala do usuário, respondendo a comandos do Apple Remote ou de controles habilitados para o Windows Media Center.

A iniciativa explica a persistência do Hulu em bloquear o acesso do aplicativo Boxee, voltado a aparelhos da plataforma Mac, como desktops, laptops e o Apple TV, a seus vídeos.

Lançado em março de 2007 por parceria entre a NBC Universal e a Fox Entertainment Group, o Hulu exibe gratuitamente pela internet episódios de séries e programas da NBC, Fox, Comedy Central e FX um dia depois da veiculação na TV.

Segundo dados da consultoria Nielsen, o número de vídeos assistidos no site saltou de 63,2 milhões para 373 milhões em um ano, aumento de mais de 5 vezes.

Gratuito, o Hulu Desktop exige que o usuário instale o Adobe Flash 9.0.124 e tenha uma conexão banda larga de, no mínimo, 2 Mbps para ver os vídeos.

CTRL+V da IDGNow

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Brasil: 62,3 milhões acessaram à Internet no mês de março

Em março de 2009, o número de usuários ativos da internet residencial chegou a 25,5 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online, o que representa um crescimento de 2,6% sobre o mês de fevereiro de 2009 e de 12% sobre março de 2008. Pessoas que moram em residências em que há computador com internet somaram 38,2 milhões.

Segundo o estudo, divulgado nesta quarta-feira, 06/05, considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou móvel, o IBOPE projeta a existência de 62,3 milhões de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas, telecentros).

"A substituição da linha discada pela banda larga vem sendo a principal responsável pelo aumento do uso da internet em residências no início de 2009”, explicou José Calazans, analista de Mídia do IBOPE Nielsen Online.

Navegaram por meio de banda larga em março 88% dos usuários ativos, ou 22,3 milhões de pessoas, crescimento de 7,7% sobre fevereiro de 2009 e de 22% sobre março de 2008. A quantidade de pessoas que se conectam com linha discada, que se mantinha em torno de 4 milhões por mês nos últimos dois anos, caiu para 3,2 milhões em março.

O tempo de navegação por pessoa atingiu a marca inédita de 26 horas e 15 minutos, crescimento de 18% no mês e de 10% em relação a março de 2008. Os países que mais se aproximaram do Brasil em tempo individual de navegação foram o Reino Unido, com 25 horas, a França, com 24 horas, e a Alemanha, com 23 horas e 53 minutos por pessoa.

Em março, o internauta brasileiro com linha discada navegou por um tempo de 17 horas e 11 minutos e o usuário de banda larga somou 27 horas e 28 minutos de navegação. As categorias com maior crescimento no mês de março foram ‘Ocasiões Especiais’, com aumento de 35%, ‘Governo’, com 19%, ‘Automóveis’, com 16%, além de ‘Casa e Moda’, ‘Finanças e Investimentos’ e ‘Educação e Carreiras’, que registraram 15% de crescimento mensal.

Também cresceu a procura por sites de esportes, de pesquisa escolar e de vídeos. Na comparação com março de 2008, cresceram mais as categorias ‘Informações Corporativas’, com evolução de 33%, ‘Viagens e Turismo’, com 28%, e ‘Comércio Eletrônico’, com 21%.

CTRL+V do Convergência Digital

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Programas da Cultura chegam aos celulares Claro

Emissora fecha acordo com operadora de telefonia para distribuir conteúdo da TV Cultura e do TV Ra Tim Bum na plataforma Minha TV

Os programas da TV Cultura e do canal por assinatura TV Rá Tim Bum poderão ser assistidos também pela telinha do celular. A operadora Claro fechou uma parceria com a emissora para disponibilizar o conteúdo dos canais no serviço Minha TV.

O canal permite a exibição de conteúdos televisivos sem necessidade de download, fazendo com que o usuário possa acessar os programas tanto pelo celular como por um computador.

Os assinantes do serviço Minha TV terão a disposição as atrações "Telinha Rá Tim Bum" (voltada ao público infantil) e "Com Pé na Rede" (destinado aos jovens). Por um custo de R$ 10 por mês, os clientes Claro poderão assistir aos diversos programas que fazem parte desses dois canais.

O serviço está disponível para os Clientes Claro Pós-pago, Claro Conta, GSM, Controle, Cartão, Controle, 3G e Empresas. A iniciativa de distribuir conteúdo móvel feita pela Fundação Padre Anchieta conta com o apoio e distribuição das empresas Media Stream e Compera nTime.

CTRL+V do meio e mensagem

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Hulu é o portal de vídeo que mais cresce nos EUA

A Nielsen publicou na última quinta, 14/05, uma pesquisa sobre o consumo de vídeos online nos Estados Unidos. A pesquisa mostra que, embora o YouTube ainda seja o principal portal de vídeo, o Hulu é o que mais cresce. O portal apresentou aumento no volume de streams de 490% de 2008 a abril deste ano, quando registrou 373,3 milhões de streams de vídeo. O número ainda é pequeno se comparado ao volume de streams regitrados no YouTube: 5,5 bilhões em abril. No entanto, o crescimento do Hulu é ainda muito superior ao aumento no consumo de vídeos online. Em abril, o volume de streams de vídeo na Internet cresceu de 35,5%, em relação ao mesmo mês de 2008. Trata-se de uma importante notícia para o mercado audiovisual, uma vez que o Hulu, ao contrário do seu principal concorrente, não é um portal de conteúdo gerado pelo usuário, mas um portal de vídeo premium, bancado por publicidade. O portal vale lembrar, foi comprado pela Disney no final de abril.



CTRL+V da Tela Viva

terça-feira, 19 de maio de 2009

Demanda por vídeos online aquece o mercado

A tendência já se mostrou forte desde o final do ano passado. Com o aumento da largura de banda das conexões e as facilidades tecnológicas atuais, aumentou o número de empresas que investem em vídeos corporativos online.

A Take 5, produtora paulista especializada nesse tipo de vídeo, registrou um crescimento de 50% no último trimestre, mesmo em plena crise econômica. A empresa identificou maior atenção e, consequentemente, mais investimentos pelas companhias em utilizar o conceito de vídeo na web para treinamentos, campanhas de marketing direto e apoio a vendas.

“A crise econômica mundial tem obrigado as empresas a investirem com mais critério para medir melhor seus resultados com treinamento de vendas e campanhas de marketing. Percebemos a alta na aquisição de nossas soluções pelos resultados já alcançados com clientes anteriores – mensurabilidade das ações – e demanda de novos segmentos”, explica Ricardo Franco, Diretor de Relacionamento e TI da Take 5.

A empresa, que presta serviços em vídeos online para verticais como TI, editoriais e educação, está em fase de fechamento de contratos com os setores farmacêuticos, jóias, utensílios e viagens. Para este ano, planeja novidades que prometem ‘turbinar’ o relacionamento digital. Por meio da parceria com a Virid, empresa especializada em envio e gestão de e-mail marketing, será possível fazer campanhas online pelo e-mail com vídeos.

“Nesse contexto, o foco é desenvolver ações, mas sem ser invasivo. Estamos integrando as plataformas para prover ao mercado o que há de mais interessante para disseminação – ágil - de informação e, ainda, de forma segmentada. Combinar vídeos online e campanhas de e-mail é uma estratégia primordial e deve estar no planejamento das organizações”, completa Ricardo.

A incorporação de soluções para dispositivos móveis - celular, smartphones, iPods - também faz parte das novidades que o mercado poderá contar em 2009. O Live Streaming vai chegar oficialmente aos serviços oferecidos pela empresa, que já realiza a transmissão de eventos presenciais ao vivo pela web.

“Vamos lançar e oficializar esse processo, pois sentimos forte demanda não apenas pela transmissão, mas pela qualidade da imagem na web necessária para interatividade com o internauta. Gravamos os vídeos em HD e com mais de uma câmera para que o compartilhamento fique dinâmico e assim, mais realista, ao público final”, afirma Paula Miranda, Coordenadora de Projetos da Take 5.

CTRL+V da PC Magazine

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Terra apresenta novidades do Terra TV

O Terra lançou dia 14 de maio, a nova versão do Terra TV, uma plataforma de vídeos de última geração. A partir de agora o usuário pode assistir vídeos gratuitamente em uma área com formato widescreen, 16:9 e 640x 360 pixels. A ferramenta também permite que o usuário vivencie uma experiência semelhante à de estar em um cinema - trata-se do ícone "apagar a luz" - depois de acionado aparecerá uma tela negra cobrindo o conteúdo do Terra TV, deixando em destaque apenas o vídeo escolhido pelo internauta.

A divisão de conteúdos do novo Terra TV também foi reformulado e está organizado em três canais principais - Diversão, Notícias e Esportes, que trazem séries, filmes, desenhos animados, documentários, videoclipes, vídeos de humor, transmissões exclusivas, entre outros. Outra novidade é que o usuário pode acessar todo o conteúdo do novo Terra TV pelo iPhone e redes sociais como Orkut e Facebook, e RSS.

CTRL+V do Meio e mensagem

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Globo.com se aproxima da audiência do YouTube

Do ano passado para cá, especialmente no último semestre, a Rede Globo intensificou suas chamadas nos programas de TV que convidam o telespectador a acessar o portal Globo.com, para que tenha acesso a conteúdo adicional relacionado às atrações televisivas. A estratégia já surte efeitos, segundo Fernando Taralli, presidente da agência Energy. "A audiência da área de vídeos do Globo.com se aproxima do YouTube no Brasil", disse o executivo.

Segundo o instituto de pesquisa comScore, com medição referente a setembro de 2008, a área de vídeos do Globo.com alcançou 41% da população brasileira on-line, enquanto o YouTube.com chegou a 48%. Ele reforça que, enquanto o alcance do YouTube cresceu 26% desde 2007, a Globo Videos na web expandiu num ritmo mais veloz ( 58%).

Gazeta Mercantil para assinantes

tenho a matéria em pdf para quem interessar, entre em contato pelo email lle_s [@] hotmail [.] com

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Susan Boyle fica entre os cinco vídeos mais assistidos do mundo

A cantora britânica Susan Boyle, que se tornou uma estrela da noite para o dia com sua surpreendente performance no show de talentos "Britain's Got Talent", ficou entre os cinco vídeos mais vistos de todos os tempos.

A Visible Measures, que mede o uso de vídeos online em mais de 150 sites de compartilhamento, compilou uma lista chamada "100 Million Views Club", que reúne as vídeos online que atingiram a marca de 100 milhões de visualizações.

No topo da lista está um videoclip da música "Crank That", do rapper Soulja Boy, com 356 milhões de cliques, seguido pelo trailer do filme "Crepúsculo" com 267 milhões.

Em terceiro e quarto lugares, com 230 milhões e 197 milhões de visualizações respectivamente, estão "Touch My Body", videoclip da cantora Mariah Carry, e um vídeo do comediante Jeff Dunham entitulado "Achmed the Dead Terrorist".

Boyle ficou na quinta posição, registrando 186 milhões de cliques.

A cantora de 47 anos de idade, com seu cabelo armado e jeito simples, cativou milhões de amantes da música e surpreendeu juízes do concurso com uma voz que amaciou sua aparência "desajeitada".

Ele apareceu no Larry King Live, nos Estados Unidos, e em incontáveis jornais e artigos na Internet, o que impulsionou o número de pessoas que visualizaram seu vídeo.

"O aspecto mais impressionante do sucesso do vídeo viral dela é o fato de que ela estourou há apenas três semanas", afirmou a Visible Measures em um comunicado.

Boyle deve aparecer nas semi-finais do programa de TV na semana do dia 25 de maio. A final acontece no dia 30.

Reportagem de Belinda Goldsmith - Reuters

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Não existe crise para o vídeo online

Por Ricardo Calil

Eu não sabia que existe uma espécia de Ibope para programas de TV assistidos pela internet. Mas há - e os números são impressionantes. Segundo o Nielsen VideoCensus, “Lost” é o programa mais assistido online, com 35,8 milhões de acessos a trechos ou íntegras de episódios em março e 1,4 milhão de visitantes únicos. Em seguida, vêm “Grey’s Anatomy” (19,7 milhões e 1,2 milhões respectivamente) e “Dancing with the Stars” (19,6 e 3 milhões).

No total, houve 9,7 bilhões de acessos a vídeos online e 130 milhões de usuários únicos em março, um aumento de 39% em relação ao mesmo mês do ano passado. De longe, o YouTube é o site de vídeos mais bem-sucedido, responsável por mais de 50% desses números. Se existe um setor do audiovisual que ignora solenemente a palavra crise, é o de vídeos online. Não vai demorar para que vários programas tenham mais público na internet do que na TV.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Disney compra participação na Hulu

A Disney anunciou a compra de uma participação no portal de vídeos Hulu, criado pela NBC e pela News Corp. A Folha Online publicou, com informações da Reuters, que conteúdos de canais como a ABC e Disney Channel, além de filmes dos estúdios Disney, estarão disponíveis para visualização online no site do serviço.

O Hulu é o terceiro portal de vídeo mais acessado dos EUA, depois de Google e YouTube. Mas, diferentemente dos anteriores, não traz conteúdos gerados pelos usuários, apenas conteúdos premium.

CTRL+V - Tela Viva

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Preparo de vídeos para buscas

O preparo de vídeos para buscadores ainda não é prática sistemática de muitos webmasters e editores de conteúdo online. Por isto os sites e autores que prestam mais atenção à sua "indexabilidade", aliada à sua acessibilidade, podem ser valorizados no resultados das buscas.

Melhores práticas para indexação de vídeos online incluem:

Publicar textos, marcações (tags) e palavras-chave próximos aos arquivos de vídeo, que tenham relação direta com o conteúdo e com os quais o público-alvo se identifique.

Estes textos e termos podem estar presentes nos vídeos, e neste caso funcionam como equivalentes textuais - necessários para a compreensão de pessoas com deficiência auditiva.

Caso não seja possível publicar equivalentes textuais, os textos devem identificar corretamente a narrativa e forma, bem como as suas características semânticas e subjetivas dos vídeos.

De qualquer forma é importante prover o máximo de informações sobre os arquivos aos sites de busca de vídeo (informações que também são úteis aos espectadores).

Criar nomes precisos para os arquivos, com termos fáceis de identificar, como por exemplo "Apresentação_CongressoCirurgico_4-4-2009.mov", que identifica o arquivo e o contextualiza no tempo e no espaço.

Em intranets, aplicar vocabulários controlados nos nomes de arquivos e nos textos das telas onde estão publicados, para facilitar a recuperação. Nomes como "LayoutWebSite_DeptoComunicacoes_4-4-2009.mov" identificam o conteúdo, o departamento a que o arquivo está relacionado e a data da sua utilização (ou produção, dependendo do uso).

Criar sitemaps em XML que identifiquem apenas os vídeos do site, com informações como data de criação e prioridade, por exemplo. Para mais informações sobre como formatar os arquivos dos sitemaps e onde colocá-los ver o site da Sitemap.org.

A ferramenta Google Video Sitemap Generator ajuda a construir sitemaps para indexação pelo Google - o protocolo utilizado é reconhecido apenas por este buscador. Compatível com Windows e Macs permite que webmasters, em três etapas, gerem arquivos que registrem vídeos publicados.

Formatar o mesmo arquivo de vídeo em diversos formatos, como Windows Media e QuickTime, para facilitar a divulgação viral.

Descrever, nas especificações do produto, processos para a equipe de atualização do site fazer a marcação dos vídeos novos.

Estimular a divulgação boca-a-boca entre pessoas que compartilham interesses afins, para gerar links externos e criar um efeito viral.

Preparar os arquivos de vídeo para circulação online, com elementos que despertem o interesse dos espectadores, para que fiquem motivados a recomendá-los para amigos e colegas.

CTRL + V Avellar e Duarte

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Portais detalham estratégias para vídeo

Em painel do CongressoTV 2.0 - realizado pela Converge nesta terça-feira, 14, em São Paulo -, os portais Terra, MSN e UOL detalharam suas estratégias para os conteúdos de vídeos online.

Pedro Rolla, diretor de mídia do Terra América Latina, destacou que o foco do canal de vídeos do portal, o Terra TV, é o conteúdo legal, que já se apresenta como um negócio rentável para a empresa, com a venda de publicidade. "O consumidor de internet já mostrou que aceita a publicidade em troca de conteúdo", diz.

O executivo também mostrou dados de crescimento de acessos na região e destacou o fato de o portal ter adquirido direitos exclusivos na AL para os próximos Jogos de Inverno (Vancouver/2011) e Olimpíadas (Londres/2012).

Já Enor Paiano, diretor de publicidade do UOL, apresentou as novidades da TV UOL, com conteúdos adquiridos, produzidos ou viabilizados via parceiras. Porém, ele destacou que o principal business do UOL é a internet - e não televisão.

Pelo MSN Vídeo, a executiva Andréa Fornes relatou que o portal detecta um movimento no comportamento do internauta, que cada vez se mostra menos propenso a uma atitude passiva diante do vídeo na web.

Para ela, a grande questão é a monetização dos vídeos online, uma vez que os conteúdos são propriedades caras para serem oferecidas de forma gratuita. E ela exemplificou, falando sobre o canal concorrente de videos pertencente ao Google: "O You Tube tem gastos de US$ 1 milhão/dia na hospedagem do conteúdo".

De acordo com Andrea, o MSN, que tem no Brasil 40 milhões de usuários para o seu comunicador instantâneo Messenger (o maior volume em todos os mercados), já monetiza este serviço ao conseguir fazer com que o usuário permaneça no portal mais tempo e trafegue por seus diferentes canais.

CTRL +V do Meio e Mensagem

terça-feira, 14 de abril de 2009

Saraiva lança serviço de filmes online este mês

A plataforma de aluguel e compra de filmes da Saraiva On-Demand, por meio da Internet, deve ser lançada comercialmente ainda este mês. Segundo o gerente de novas tecnologias da Microsoft, Richard Chaves, o serviço disponibilizará conteúdo HD, troca de legenda e áudio, entre outros features. A expectativa é que o lançamento aconteça nos próximos dias com 600 títulos de grandes estúdios.

Chaves conta também que o foco do serviço é oferecer filmes para que as pessoas assistam pelo computador. O conteúdo estará protegido contra gravação em mídia DVD, por exemplo. Ele lembra que, caso seja constatado que o serviço não está agradando o usuário, as empresas já estudam outros modelos possíveis, como a venda de uma caixa, disponível nas lojas Saraiva, capaz de receber o filme e disponibilizá-lo na televisão. O modelo da Saraiva On-demand é parecido com o que está sendo adotado pela Netflix e pelas Amazon nos EUA.

O modelo de aluguel de filmes via Internet tem se mostrado interessante, segundo dados apresentados por Chaves. Segundo o executivo, em três meses, usuários de consoles de games XBox nos EUA adquiriram 1,5 bilhão de minutos de filmes por meio do Netflix.

Interação e engajamento
O executivo da Microsoft apresentou alguns dados sobre o comportamento dos usuários de Internet e os espectadores de televisão, durante palestra no TV 2.0, evento que aconteceu nesta terça-feira, 14, em São Paulo, promovido por TELA VIVA e TELETIME.

Segundo Chaves, 11% dos espectadores que assistiram ao Oscar navegavam na Internet ao mesmo tempo. Ainda durante a transmissão da premiação, pessoas que acessavam o Facebook assistiram 50% a mais do show do que a média do espectador pela TV.

Ele apresentou ainda uma pesquisa que mostra que os features preferidos pelo usuário em plataformas de TV online seriam o primetime em qualquer hora (para 55% dos usuários) e o modelo de catch up TV (para 53%).

No entanto, a TV ainda é o meio preferido de 94% dos americanos para assistir vídeos. Segundo o executivo, 62% dos internautas assistem TV enquanto navegam.

Por Daniele Frederico da Tela Viva

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Tela Viva: Esporte Interativo transmitirá jogos ao vivo pela web e celular

A Esporte Interativo oferecerá durante a temporada 2009 cerca de 300 jogos de futebol ao vivo, gratuitamente, pela Internet e pelo celular. Serão jogos do campeonato inglês, eliminatórias da Copa do Mundo (jogos sulamericanos e europeus), Liga dos Campeões e Sulamericano Sub-17.

A Esporte Interativo compra direitos esportivos internacionais e exibe os jogos em seu canal de sinal aberto nas parabólicas de banda C. A empresa já explorava conteúdos on-demand na web e no celular (tem parceria com as principais operadoras), mas até hoje não transmitia jogos ao vivo. Os jogos que irão para a web são os mesmos que o canal exibirá na TV.

Segundo o diretor executivo da empresa, Mauricio Portela, o conteúdo é oferecido de graça para o espectador, e o modelo se baseia em receitas publicitárias. "Nossa visão é convergente, comercializamos pacotes integrados em todas as mídias: TV, web e celular", conta.

Além dos jogos ao vivo, a Esporte Interativo também oferecerá conteúdos on-demand, como gols e melhores momentos, de outras 400 partidas ao longo do ano.

por André Mermelstein na Tela Viva

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Como fazer seu vídeo se tornar viral

O consumo de vídeos na internet é um esporte de contato - a visualização inicial é somente um portal para que se possa comentar, dar notas, enviar para amigos e até remixar o conteúdo original. E o que as marcas devem fazer diante deste novo comportamento do consumidor, fazendo seus vídeos se tornarem virais e ter em mãos milhões de impressões sobre si sem custos?

Nossa experiência mostra que há um mundo de diferenças entre construir uma campanha de vídeo que quer ser viral e dar origem a uma que atinja o consumidor desejado e amplie essa gama. O buraco entre vídeos de sucesso e os que não o atingem é de 20 vezes em termos de alcance da campanha.

Ações como T-Mobile: Dance ou Guitar Hero: Bike Hero foram aceitas pela audiência online, que se encarregou de espalhar, em um círculo virtuoso onde os números só crescem: ambas tiveram em média mais de 150 inserções e 7 milhões de visualizações após dois meses de seu lançamento. Por outro lado, campnhas como Nike: Kobe Bryant Ankle Insurance ou Virgin Atlantic: 25 Years, Still Red Hot tiveram menos de meio milhão de visualizações. Isso porque o número mágico para indicar que uma campanha deu certo é um milhão.

As bem sucedidas costumam quebrar essa barreira já nas primeiras semanas. Descobriu-se que 35% do total de acessos a um viral ocorrem na primeira semana, na fase inicial de crescimento, que acaba definindo a trajetória como um todo.

As campanhas têm depois disso uma fase de duas semanas de transição, quando a audiência cresce 20% semanalmente. Campanhas bem-sucedidas e as que não deram certo costumam ter uma taxa parecida neste período, daí, a importância da semana inicial.

Finalmente, após o crescimento e transição, as campanhas virais tendem a ficar em uma fase constante, crescendo 10% ou menos por semana.

Para cada case de sucesso, como Evolução da Beleza, de Dove, ou até a antiga Wassup, de Budweiser, há dezenas de outros que tiveram seus objetivos grandiosos derrubados pela realidade. Mas entender os dados por trás de cada campanha dessa nos deixa próximos de entender, e talvez influenciar, o comportamento neste espaço.

Dicas para tornar o vídeo um sucesso:

Plante inteligentemente: nem todos os sites de vídeos atingem aos mesmos públicos. Se seu alvo são rapazes jovens, talvez a opção seja o Break.com.

Pense em profundidade, não largura: Campanhas de sucesso não distribuem vídeos em 50 redes de uma só vez. Ao invés disso, selecione 3 a 5, compre mídia para suporte, alcance a imprensa especializada e os usuários, e tente chega à lista de "Mais assistidos" na maior parte deles.

Não conte para todos: Veja as campanhas I´am a PC, com Jerry Seinfeld e Bill Gates, e Gorilla, da Cadbury. Elas deixaram as pessoas se perguntando "Isso é real?", "Eles realmente fizeram isso?", ajudando a propagar o conteúdo.

Da AdAge, por Matt Cutler, diretor de marketing da Visible Measures

CTRL+V do Meio & Mensagem

quarta-feira, 1 de abril de 2009

YouTube passa dos 100milhões de usuários nos EUA

Segundo o relatório da ComScore, em janeiro o YouTube ultrapassou pela primeira vez os 100 milhões de usuários, com aumento de 15% sobre o tempo de permanência no mês anterior (isso só nos EUA).

Mais de 147 milhões de internautas americanos assistiram uma média de 101 vídeos por usuário em Janeiro. Na pesquisa, depois do YouTube, ficou a Fox interactive (62.1 mi) seguido pelo Yahoo! (41.9 mi) e Microsoft (30 mi).

Este números são referentes ao conglomerado das companhias, como exemplo o Yahoo! que além do seu site de vídeos, também entram neste estudo os sites de música e de cinema, que não fazem parte de um site único, mas são partes do conglomerado Yahoo!.

Apesar dos números altos e por somarem todas os sites de cada conglomerado, podemos ver o poder que o vídeo online vem tendo na internet e torcemos para que a banda larga seja cada vez mais distribuida no Brasil e assim os sites de vídeo tenham milhões e milhões de usuários para que seja algo viável e grandes investimentos possam ser realizados no setor.

terça-feira, 31 de março de 2009

OFF - Google lança empresa de venture capital

O Google anunciou o Google Ventures, um fundo de capital de risco que "pretende descobrir e ajudar empresas" em várias indústrias, incluindo Internet, software, hardware, tecnologia limpa, bio-tecnologia e saúde.

O fundo tem dois gestores: Bill Maris, talvez melhor conhecido nos círculos de tecnologia web como fundador da empresa de hospedagem Burlee.com, e Rich Miner, co-fundador da plataforma móvel Android.

O tamanho do montante real do fundo não é divulgado, porém, o site oficial diz que o fundo é "capaz de investir montantes que variam de pequenas injeções a vários de milhões de dólares." Em outras palavras, vale tudo e o Google provavelmente não poupará recursos se virem uma boa oportunidade na proposta. Por outro lado, o Google sempre foi bem cuidadoso em suas aquisições, por isso não é esperado que a Google Ventures queime dinheiro. Como outras empresas que o Google criou e adquiriu, acredito que o objetivo de Larry Page e Sergey Brin continua sendo construir grandes empresas e gerar retorno financeiro a longo prazo.

Se está aberto para o Brasil, não sei...mas por que não? Tem uma boa idéia em vídeo online?

Site oficial do Google Ventures

segunda-feira, 30 de março de 2009

Setor de TV se arrepende por programação gratuita na web

Como temos noticiado aqui no blog, as grandes redes de televisão andam fazendo grandes investimentos para ingressar no mercado da web e encontrar um modelo de negócio viável para a convergência de mídias. Mas segundo a matéria do Terra de hoje, muita gente no setor está questionando se programação exibida gratuitamente é um modelo sustentável. E alguns estão tentando garantir que as pessoas tenham motivo para continuar pagando suas salgadas contas de TV a cabo.

Veja matéria completa no site do Terra

sexta-feira, 27 de março de 2009

Videolog adota novo sistema para exibir anúncios em vídeos

O Videolog fechou uma parceria com a TV Moob para exibir publicidade dentro dos vídeos que hospeda a partir de abril . O anúncio será exibido em um box no canto inferior do vídeo e será relacionado ao conteúdo exibido. Por exemplo, uma vídeo sobre música pode ter anúncios de lojas online ou de download de mp3.

Os filmes poderão ter diferentes tipos de anúncios, como links patrocinados e até animações em Flash. Segundo o CEO da TV Moob, Leonardo Cardoso, o formato tem potencial para fazer com que os internautas cliquem mais em anúncios. Em geral, os usuários clicam, em média, em 5% das propagandas. Com anúncios relacionados ao conteúdo, esse porcentual chega a 8%.

Matéria do blog do Digital Age 2.0

terça-feira, 24 de março de 2009

Hulu cresce 33% com anuncio no Super Bowl

O tráfego no site do hulu subiu 33% em fevereiro segundo relatório da comScore. Um dos grandes influenciadores deste incrível aumento foi o anúncio exibido no intervalo do Super Bowl e apresentado pela estrela da NBC, Alec Baldwin que gerou um buzz substancial e discussões em vários blogs.

O número total de vídeos exibidos pela hulu aumentou para mais de 330 milhões. Os visitantes únicos também subiram de 25 milhões para 35 milhões, deixando a hulu como número dois em vídeo online, perdendo apenas para o YouTube.

Assista ao vídeo

Futebol na era do vídeo online

Matéria TelaViva

O clube de futebol Internacional lançará em abril um portal de vídeos em homenagem ao centenário do clube. Entre maio de 2007 e fevereiro de 2009, a equipe gaúcha manteve um programa semanal, o "TV Inter", em TV aberta (primeiro na TV Ulbra, depois na Rede Vida). A partir do próximo mês, o programa semanal será transmitido com exclusividade no www.tvinter.tv. O portal reunirá também os vídeos produzidos diariamente sobre o clube, a rádio Inter e transmissões ao vivo dos jogos da equipe. "Estamos pensando em um modelo para os jogos que não pudermos transmitir por causa dos direitos. Vamos fazer matérias pré e pós jogo. Durante a partida, é provável que usemos a narração da rádio e captemos imagens da torcida, como acontece na televisão argentina", explica Rogério Amaral, diretor coordenador da TV Internacional.

Segundo Amaral, o portal ainda hospedará a RBK Web TV, produzida pela Reebok, fornecedora de material esportivo para o clube, e deve ter reportagens com acesso restrito aos sócios do clube. "A meta é aumentar o número de sócios-torcedores. Queremos oferecer algum privilégio ao sócio do Internacional. Entendemos que ampliar nossa oferta de vídeos é uma oportunidade de divulgação e comercialização. Teremos vários formatos para apresentar aos anunciantes como patrocínio das transmissões ao vivo, inserção de textos durante as partidas e banners", diz Amaral.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Gratuidade torna vídeos online populares na Europa

Matéria: AdNews

Uma pesquisa da empresa de análise Parks Associates descobriu que vídeos baixados ou assistidos gratuitamente online são populares apenas porque seus espectadores não precisam pagar por eles.

De acordo com o site TechRadar, o estudo, dirigido ao público europeu, apontou que embora 31% dos donos de conexão de acesso rápido à internet na Europa Ocidental tenham baixado um filme ou episódio de série televisiva gratuitamente nos últimos seis meses, apenas 8% pagaram por um download.

O estudo concluiu que mais de 80% dos entrevistados ainda prefere assistir vídeos por meios tradicionais como DVD, cinema ou televisão.

Para John Barrett, diretor da Parks Associates, a popularidade dos vídeos online está relacionada à gratuidade, e os consumidores provavelmente não pagariam por eles.

Baseado nos resultados de sua pesquisa, Barrett acredita que o mero combate à pirataria, um problema mais sério em países como Itália e Espanha, não resolverá todos os problemas para a viabilização de serviços de vídeo online pagos.

O estudo será apresentado na convenção européia Connections, que será realizada pela Park Associates no dia 31 de março na cidade de Nice, na França, e que se concentra em modelos e estratégias para provedores de mídia e tecnologia.

domingo, 22 de março de 2009

blinkx Brasil recebe conteúdo audiovisual para sua plataforma de tv por internet

A blinkx Brasil, TV por internet especializada na difusão de audiovisual brasileiro profissional, está buscando novos conteúdos para o lançamento de sua nova versão web-based.

Lançada inicialmente em 2008, a blinkx Brasil obteve sucesso imediato, tendo alcançado mais de 100.000 usuários logo no primeiro mês! Para a nova versão que será lançada em breve, a inserção de novas ferramentas e funcionalidades estão sendo preparadas, com destaque para o acesso aos vídeos a partir de qualquer navegador de internet, sem necessidade de download do software.

O site contará com a poderosíssima ferramenta americana de busca blinkx, que interpreta as falas dos vídeos, proporcionando um resultado de busca muito mais eficiente e completo. Com isso, os usuários brasileiros terão o que há de mais moderno em mídias digitais, além de um novo canal de difusão para conteúdos que muitas vezes não encontram espaço nas mídias tradicionais.

Para saber mais detalhes sobre o lançamento da nova versão e sobre a veiculação de conteúdo na plataforma, envie um e-mail para info@blinkxbrasil.com.br.

terça-feira, 17 de março de 2009

Evento Web Expo Forum terá cobertura em vídeo na web

Matéria Tela Viva news

Durante os três dias do Web Expo Forum, que vai desta terça, 17, até quinta-feira, em São Paulo, os participantes e interessados poderão acompanhar a cobertura em vídeo do evento, com entrevistas e resumos dos debates.
Os vídeos e demais notícias sobre o evento poderão ser vistos no site www.webexpoforum.com.br. A produção é uma parceria da Converge Comunicações, promotora do evento, com o serviço IPTV Cultura, da Fundação Padre Anchieta.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Matéria IDG - O futuro dos vídeos online

Segundo Stello Tolda, diretor-presidente do MercadoLivre.com, a alta resolução será o grande passo dos sites de compartilhamento de vídeos.

Neste artigo publicado hoje (16/03) ele da um overview muito bom sobre as tendências do vídeo online e foca muito nas convergências.

Leia mais em http://idgnow.uol.com.br/mercado/b2u/idgcoluna.2009-03-15.1274141893/