sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Redes de TV levam briga da audiência para a internet
Enquanto as empresas de internet reforçam produção de conteúdo audiovisual ou investem no licenciamento de material de grandes produtores, como demonstrou reportagem do IDG Now! da quarta-feira (2/9), as redes de TV no Brasil veem a internet como meio para prolongar a vida útil da programação exibida originalmente na televisão aberta.
A razão que move as emissoras é a mesma que leva os portais a investir em vídeo: a demanda na web por esse tipo de conteúdo no Brasil cresce a passos largos - aumento de 22% na audiência em julho, segundo dados da consultoria Ibope Nielsen Online - estimulada pela maior penetração da banda larga no País.
O Brasil começou 2009 com 11,8 milhões de conexões de banda larga, praticamente o dobro da marca de 6 milhões registrada há menos de dois anos pela pesquisa Barômetro Cisco de Banda Larga, realizada pela consultoria IDC Brasil.
A oportunidade de negócios fez com que, no ano passado, Rede TV!, SBT, Bandeirantes e Cultura lançassem projetos para a internet, enquanto a Globo aprofundou sua estratégia na rede. Em linhas gerais, no entanto, a estratégia adotada vai além de veicular trechos da programação em serviços como o YouTube. Com exceção da TV Gazeta, que não reaproveita vídeos da sua grade na rede, a atuação dos canais de TV aberta na internet segue o mesmo caminho: ter um portal próprio no qual programas são repartidos e reproduzidos com ferramentas sociais básicas.
Globo.com é inspiração
O modelo básico segue estratégia adotada pelo Globo.com, veículo pioneiro na transição entre televisão e internet no mercado brasileiro. O portal serve como uma plataforma pela qual conteúdo das Organizações Globo ( oferecidos na íntegra ou parcialmente em diferentes mídias) são reaproveitados.
O Globo.com assumiu em 2003 a atual estratégia de misturar conteúdo inédito produzido pelo canal online - visão aprofundada pelo lançamento do G1, em setembro de 2006 - com trechos da programação de veículos das Organizações Globo (além da TV Globo, o canal pago GloboNews, as rádios Globo e CBN, os jornais O Globo e Diário de São Paulo e as revistas Época e Globo Rural).
Tanto a Rede TV! como a Band trilham os passos do Globo.com. O posicionamento semelhante é percebido na forma de organizar o conteúdo - os três contam com quatro categorias básicas na página principal (jornalismo, entretenimento, esportes e vídeos). As semelhanças ocorrem também na questão visual. A navegação baseada em cores, utilizada primeiro pela Globo.com, é replicada no eBand (lançado em 13 de julho) e no RedeTV.com.br (lançado em 30 de junho).
Alheio ao formato “vídeos da TV+conteúdo próprio”, o SBT colocou no ar sem nenhum alarde em setembro de 2008 uma ferramenta chamada Vídeos, rebatizada para SBT Vídeos no primeiro semestre desse ano. No espaço, a empresa de Sílvio Santos concentra “boa parte” da sua programação, segundo a assessoria de imprensa da emissora.
A Rede Record prepara um portal, chamado de R7 e com previsão de lançamento para 27 de setembro. A estratégia deverá seguir a receita do Globo.com de misturar conteúdo próprio com programação do canal de TV . “O R7 será a porta de entrada para a exibição de conteúdo em vídeo, seja ele transmitido pela TV ou de produção exclusiva do portal”, adianta o gerente de desenvolvimento de web da Rede Record, Cláudio Henrique Bruna.
A estratégia focada em vídeos descrita por Cláudio já havia sido iniciada pela Record com o Mundo Record, serviço de vídeos (chamado pelo executivo de “experiência temporária” usada como “termômetro para medir a aceitação do telespectador”) que congregava trechos de programas da TV Record e da Record News. O site saiu do ar em razão da emissora ter criado seu canal no YouTube.
Distribuição por portais e YouTube
Os canais próprios, porém, não restringem a distribuição online de conteúdo dos canais de TV – episódios dos reality shows A Fazenda ou Ídolos, da Record, podem ser vistos na TV iG e na TV Terra, enquanto o material noticioso da BandNews é replicado também no serviço do Terra e na TV UOL.
O próprio uso do YouTube, seja pela Record ou pela Bandeirantes, que vem costurando um acordo com o Google Brasil, indica como os portais centralizam, mas não restringem a reutilização do conteúdo online. “Nós mesmos vamos colocar a programação em nosso canal no YouTube, com alta qualidade de som e imagem”, explica o diretor de negócios online da Bandeirantes, Ricardo Anderáos.
Quem segue estratégia similar é a TV Cultura, que também negocia com o Google um canal próprio no YouTube e trabalha para finalizar o centro de mídia que deverá equiparar o canal da Fundação Padre Anchieta a todos os outros descritos nesta reportagem.
A rabeira do setor não é amargada pela TV Cultura em função do seu pioneirismo na transmissão ao vivo do programa de entrevistas Roda Viva, que ecoa a transmissão ao vivo do Vitrine, em 1997, quando sua apresentação ainda era responsabilidade do apresentador Marcelo Tas. “Tratava-se de uma transmissão experimental. O mercado não tinha nem banda para acompanhar um programa ao vivo pela internet", explica o coordenador do núcleo de novas mídias da Fundação Padre Anchieta, Ricardo Mucci.
O avanço na atual infraestrutura fez com que, desde outubro do ano passado, a TV Cultura começasse a transmitir ao vivo a gravação do Roda Viva em seu IPTV Cultura, projeto que deverá transmitir outros programas da grade, como Vitrine, Metrópolis e No Ponto, nos próximos dois meses. O objetivo de retransmitir toda a programação, assim como lançar um centro de mídia que congregue conteúdos do canal, segundo Mucci, esbarra em questões jurídicas sobre a exploração do conteúdo em outras mídias que não a televisão.
A polêmica sobre a transmissão ao vivo
A transmissão oficial do sinal ao vivo de TV é uma ideia que a Rede TV! coloca em prática desde o final do junho. “É uma tendência de mercado. Quanto mais espectadores, melhor para o veículo. Estamos sentindo que as pessoas assistem a atração na TV e a veem novamente na internet”, explica o superintendente de operações do canal, Kaled Adib. A certeza do executivo, porém, não é compartilhada pelos outros canais ouvidos pelo IDG Now!.
Quem tem o argumento mais contundente é o diretor geral da Globo.com, Juarez Queiroz, cujo portal tem o crescente hábito de transmitir competições esportivas na web simultaneamente à TV. “O que aconteceu com o Speedy? A rede brasileira de internet não foi desenhada e não tem capacidade para escoar o volume de produção de vídeo ao vivo”, afirma Queiroz, relembrando os seguidos problemas de instabilidade sofridos pelo serviço de banda larga da Telefônica.
Após dois meses proibida de vender novas assinaturas do Speedy pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Telefônica foi liberada para comercializar o serviço em 26 de agosto.
“O potencial de mercado que isso tem é relativamente limitado. Em casa, você tem uma tela maior e está em posição mais confortável. Não acho que seja um diferencial quando se tem o mesmo sinal no celular ou na TV”, afirma Queiroz. Cláudio, da Record, adota o mesmo tom. “O formato de transmissão simultânea ainda está se consolidando. Entendemos que apenas codificar o sinal e transmiti-lo via internet não é a melhor opção de entrega de conteúdo”. A Bandeirantes também não tem planos de seguir o modelo, confirma Anderáos.
Queiroz defende uma transmissão seletiva de eventos, citando o caso da veiculação ao vivo e de graça dos jogos da Copa das Confederações deste ano, após a exibição fechada da Copa do Mundo em 2006. “Há eventos que fazem sentido, como os que são realizados ao longo do dia, quando pessoas não estão em casa”. Como exemplo, Queiroz cita coberturas jornalísticas que justifiquem a liberação do streaming ao vivo do canal pago Globo News, como acidentes aéreos ou escândalos políticos.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
YouTube negocia com Hollywood para exibir filmes pagos
O YouTube, o maior site de vídeos da web, está negociando um acordo com estúdios de Hollywood que permitiria que visitantes assistissem a filmes completos, de acordo com duas pessoas informadas sobre as negociações.
Caso um acordo seja fechado, representaria uma grande mudança para o YouTube, que construiu grande audiência ao oferecer uma coleção eclética de videoclipes gratuitos, e que obtém a maior parte de sua receita da publicidade. Também colocaria o YouTube, controlado pelo Google, em concorrência direta com serviços oferecidos pela Netflix, Amazon e Apple, os quais permitem que os usuários comprem ou aluguem filmes online.
O YouTube, que já oferece alguns filmes mais antigos gratuitamente em seu site, está negociando com Lionsgate Entertainment, Sony e Warner Brothers sobre a possibilidade de oferecer produções mais novas, disse uma pessoa informada sobre as negociações, que vinham sendo conduzidas em caráter confidencial.
O YouTube, que há muito vinha procurando adicionar mais vídeos produzidos profissionalmente, afirmou em comunicado que "embora não comentemos sobre boatos e especulações, esperamos expandir tanto o nosso ótimo relacionamento com os estúdios de cinema quanto a seleção e tipos de vídeo que oferecemos à nossa comunidade".
Scott Rowe, porta-voz da Warner Brothers, e Jim Kennedy, porta-voz da Sony Pictures, se recusaram a comentar. Peter Wilkes, porta-voz da Lionsgate, também não comentou de forma específica, mas declarou que sua empresa estava "sempre explorando alternativas" que pudessem ajudá-la a faturar mais com os seus filmes.
A Lionsgate, disse Wilkes, desfruta de considerável sucesso em sua oferta de filmes e programas de televisão por intermédio da Apple. De acordo com ele, a série Mad Men, do estúdio, já conseguiu dois milhões de downloads na loja online iTunes, da Apple.
As negociações entre o YouTube e os estúdios foram reportadas inicialmente no site do Wall Street Journal.
Os estúdios de cinema vinham pressionando o YouTube a considerar cobrança por determinados tipos de conteúdo, disse uma pessoa informada sobre as discussões. O YouTube parece disposto a ceder caso os estúdios concordem em lhe oferecer acesso a número suficiente de seus filmes mais novos, em data próxima ao lançamento destes em DVD, disse a fonte.
Um executivo de estúdio ¿ que está informado sobre as negociações mas não quis que seu nome fosse divulgado para minimizar a perturbação nas discussões - afirmou que as questões que ainda resta resolver envolvem preço e o prazo para lançamento de filmes no YouTube. Ainda que as vendas de DVDs tenham caído, os estúdios continuam a proteger o período em que filmes estão disponíveis em DVD mas não em outros formatos.
Os analistas dizem que, sem conhecer os termos do acordo, seria impossível avaliar seu impacto financeiro sobre o YouTube, mas afirmam que, em termos gerais, acordos com grandes provedores de conteúdo seriam positivos para o YouTube, com o tempo.
"Wall Street trabalha com a suposição de que o YouTube continuará deficitário", disse Ross Sandler, analista da RBC Capital Markets. Ele afirma que com acordos como esse "o potencial positivo do YouTube em longo prazo aumenta".
O YouTube domina de forma esmagadora o mundo dos vídeos online. Em julho, usuários norte-americanos assistiram a quase nove bilhões de clipes no site, cerca de 10 vezes mais clipes do que assistiram nos sites operados pela concorrente mais próxima, a Viacom, de acordo com a comScore.
Mas boa parte da audiência do YouTube visita o site para assistir a uma mistura aleatória de vídeos produzidos por amadores, que os anunciantes não veem com bons olhos. Por isso, o YouTube há muito está envolvido em uma busca pela obtenção de maior número de vídeos produzidos profissionalmente que pode usar para gerar receitas e compensar o enorme custo de veicular bilhões de vídeos gratuitos.
O YouTube tem se provado disposto a mudar para atender às necessidades dos produtores profissionais de conteúdo. Em abril, por exemplo, anunciou um acordo com a Universal Music para criar o Vevo, um site separado para vídeos musicais. A Sony Music aderiu posteriormente a essa parceria, cujo site ainda não estreou.
O Vevo é visto como tentativa de imitar o sucesso do Hulu, site criado pela NBC, Fox e Disney para oferecer programas gratuitos de TV e filmes aos usuários. Embora a audiência do Hulu seja muito inferior à do YouTube, o site vem conseguindo atrair grandes anunciantes.
Parte dos esforços do YouTube podem estar começando a propiciar resultados. Nos últimos meses, executivos do Google afirmaram que graças a diversos novos esforços publicitários associados a vídeos profissionais, o YouTube estava mais perto de sair do vermelho, ainda que se recusassem a estimar quando o fará.
O Google cobrava por locação e download de vídeos no passado, com o Google Video. Mas menos de um ano depois de adquirir o YouTube, em outubro de 2006, suspendeu os serviços de vídeo pago.
Tradução: Paulo Migliacci ME
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Audiência de sites de vídeo online bate recorde nos EUA
A comScore, empresa que mede a audiência de diversos sites, revelou que o número de internautas que assistiram vídeos online nos EUA bateu recorde e chegou a 158 milhões de usuários em julho deste ano.
De acordo com a pesquisa, outro recorde também foi batido, só neste mês foram vistos 21,4 bilhões de vídeos pela web.
Os sites do Google, incluindo o YouTube continuaram a liderar o ranking de audiência e representaram por 42 % de todos os vídeos assistidos online. Isso equivale a 8,9 bilhões de filmes.
A Viacom Digital ficou em segundo lugar com 812 milhões de vídeos exibidos, respondendo a 3,8% de toda a audiência. Já os sites da Microsoft exibiram 631 milhões de filmes, o equivalente a 3% da audiência.
Em média, cada um dos 158 milhões de internautas assistiram a 135 vídeos no mês de julho.Os sites do Google também ficaram em primeiro lugar em números de visitantes, recebendo 121 milhões de internautas no mês passado, com 74 vídeos exibidos por usuário. A Microsoft ficou em segundo lugar nesse ranking, com 65 milhões de espectadores (10 vídeos por usuário) e a Fox Interactive Media teve 52 milhões de internautas (10,8 vídeos por usuário).
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Mais conteúdo em mais plataformas
Novela das oito ou jogo de domingo na TV, apenas, não bastam. Os espectadores querem mais opções de conteúdo de vídeo e em diferentes plataformas. É o que conclui a Accenture em pesquisa feita com 14 mil pessoas em 13 países, sendo que pelo menos mil entrevistas foram feitas no Brasil.
De acordo com o estudo, o número de usuários que assistem a seis ou mais canais de televisão aumentou de 35% no ano passado para 40% em 2009. Enquanto há um ano 33% viam oito ou mais programas televisivos por semana, na pesquisa atual esse índice subiu para 39%.
Os dados podem estar relacionados ao crescimento do uso de outras plataformas, além do velho aparelho de televisão. Enquanto em 2008, 61% dos usuários utilizam seus computadores pessoais para acessar conteúdos de vídeo, esse índice passou para 74% em 2009. Também aumentou o número de pessoas que veem TV pelo celular – de 32% para 45%.
"Agora nós vivemos em um mundo onde metade da população tem acesso aos dispositivos móveis e onde a fragmentação da audiência apresenta oportunidades para os fornecedores de conteúdo gerar lucro", avalia Petronio Nogueira, líder da área de Mídia e Telecomunicações da Accenture.
"A chave permanece na compreensão de quem são os consumidores e o que eles querem, e no investimento em informações para desenvolver e entregar os produtos e serviços certos para o mercado”, completa.
Outra conclusão da pesquisa é a diferença no comportamento dos usuários conforme sua origem. Enquanto em países desenvolvidos como Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido é menor o interesse em conteúdo de vídeo pelo celular (22 a 26% dos usuários), nos países emergentes, como Brasil, México e Malásia, chega a ser três vezes maior (65 a 71%).
Metodologia
Esse estudo é baseado em uma pesquisa realizada online com cerca de 14 mil consumidores em 13 países: Austrália, Brasil, França, Alemanha, Itália, Japão, Malásia, México, Coréia do Sul, Singapura, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos. Cada país representado na pesquisa teve pelo menos 1.000 participantes, todos com idade acima de 18 anos. O estudo foi realizado em janeiro e fevereiro de 2009.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Locadora online lança serviço de filmes por streaming
A locadora online NetMovies começa, a partir desta terça-feira, a distribuir filmes por streaming para serem
vistos no computador com o NetMovies Live. O novo recurso estará disponível para assinantes do serviço de aluguel de DVDs pelo correio.O sistema de funcionamento do NetMovies Live ocorre do mesmo modo que outros sites de vídeo. Basta escolher o filme e iniciar a reprodução do título, sem precisar fazer download no computador. Segundo a NetMovies, inicialmente são 100 filmes disponíveis no catálogo de streaming, número que deve chegar a 2,5 mil até o final do ano. Os títulos têm "alta definição" de imagem, áudio original e legendas em português.
Entre os títulos para ver online estão clássicos como A Bela da Tarde, Amarcord e títulos de Charles Chaplin e Bruce Lee, entre outros.
Por enquanto, assinantes da NetMovies para os planos de aluguel de DVDs e Blu-ray já têm acesso ao Live. Esse acesso será gratuito por 15 dias, mesmo para novos assinantes. Depois, o acesso aos vídeos online ocorrerá de acordo com o aluguel de títulos em DVD e Blu-ray, sem custo adicional. Um plano específico, apenas para o streaming, será vendido pelo preço sugerido de R$ 15,60 ao mês, com direito a 10 horas mensais de conteúdo.
A NetMovies Live diz que usa uma tecnologia criada pela Ooyaya, que tem clientes como Warner, Joost e NatGeo, entre outros. O serviço Live funciona em qualquer computador (PC, Mac ou Linux), direto do navegador internet. O NetMovies Live pode ser acessado direto em www.netmovies.com.br.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Suposta nova canção do Radiohead cai na web
“These Are My Twisted Words” foi postada no YouTube; música pode ser sobra do single de “Knives Out”, de 2001
Uma suposta música nova do Radiohead foi disponibilizada na internet através do YouTube, é o que conta o semanário britânico “NME”, nesta quinta-feira (13).
De acordo com o “NME”, a canção intitulada “These Are My Twisted Words” foi postada no YouTube e conta vocais de Thom Yorke e timbres de guitarra característicos do Radiohead. A canção seria uma espécie de sobra do single “Knives Out”, de 2001.
Ainda segundo o veículo britânico, recentemente o Radiohead entrou em estúdio para gravar material novo com o produtor Nigel Godrich, em Oxfordshire.
Em julho, o Radiohead lançou através de seu site oficial a canção “Harry Patch (In Memory Of)", um tributo a Patch, último sobrevivente britânico da primeira Guerra Mundial, morto no mês passado.
A suposta nova canção do Radiohead aparece na web dias após Thom Yorke ter revelado que seu grupo deixará de produzir álbuns convencionais.
Ouça a canção “These Are My Twisted Words” em http://www.youtube.com/watch?v=F2ztWvuyXeU&feature=player_embedded
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Take 5 estima crescimento de 30% em vídeos online
A disponibilidade de maior banda larga, a demanda por inovação na comunicação digital, os investimentos constantes das empresas em treinamentos internos e externos e um novo perfil de consumo de conteúdo pela internet são alguns dos fatores que vêm contribuindo para o cenário atual da Take 5.Com soluções baseadas na aplicação dos vídeos digitais – E-Training, TV online, Videobanner, VideoMailing e GlobalCast, a empresa espera 30% de evolução para este ano. Somente em 2008, a área cresceu 50% em relação ao ano anterior. Para alcançar essa projeção em 2009, a Take 5 aposta em dois segmentos importantes, sendo um deles o setor varejista com soluções que viabilizem e facilitem a capacitação de vendedores pela indústria, por meio de vídeos interativos.
Para as PME´s (Pequenas e Médias Empresas), está previsto o lançamento de uma solução de CRM – e-marketing. O objetivo é possibilitar o gerenciamento de micro campanhas de marketing online por meio de recursos de inteligência de negócios espelhados em modelos de grandes organizações.
“O mercado SMB precisa ganhar competitividade e, ao mesmo tempo, contar com investimentos acessíveis. No mundo digital, a mensuração é fundamental e contar com uma ferramenta desenvolvida especificamente para esse setor, que faz a gestão do contato com o público alvo, é algo que pode contribuir com maior progresso nas empresas de pequeno e médio porte”, explica Ricardo Franco, Diretor de Relacionamento e TI da Take 5.
Entre os segmentos que a Take 5 atende atualmente com demandas por soluções que envolvem os vídeos online, estão áreas de vendas e marketing de multinacionais, agências de propaganda e publicidade e o mercado editorial, que percebe a importância da transmissão de conteúdos por meio da TV online.