O preparo de vídeos para buscadores ainda não é prática sistemática de muitos webmasters e editores de conteúdo online. Por isto os sites e autores que prestam mais atenção à sua "indexabilidade", aliada à sua acessibilidade, podem ser valorizados no resultados das buscas.
Melhores práticas para indexação de vídeos online incluem:
◊ Publicar textos, marcações (tags) e palavras-chave próximos aos arquivos de vídeo, que tenham relação direta com o conteúdo e com os quais o público-alvo se identifique.
Estes textos e termos podem estar presentes nos vídeos, e neste caso funcionam como equivalentes textuais - necessários para a compreensão de pessoas com deficiência auditiva.
Caso não seja possível publicar equivalentes textuais, os textos devem identificar corretamente a narrativa e forma, bem como as suas características semânticas e subjetivas dos vídeos.
De qualquer forma é importante prover o máximo de informações sobre os arquivos aos sites de busca de vídeo (informações que também são úteis aos espectadores).
◊ Criar nomes precisos para os arquivos, com termos fáceis de identificar, como por exemplo "Apresentação_CongressoCirurgico_4-4-2009.mov", que identifica o arquivo e o contextualiza no tempo e no espaço.
Em intranets, aplicar vocabulários controlados nos nomes de arquivos e nos textos das telas onde estão publicados, para facilitar a recuperação. Nomes como "LayoutWebSite_DeptoComunicacoes_4-4-2009.mov" identificam o conteúdo, o departamento a que o arquivo está relacionado e a data da sua utilização (ou produção, dependendo do uso).
◊ Criar sitemaps em XML que identifiquem apenas os vídeos do site, com informações como data de criação e prioridade, por exemplo. Para mais informações sobre como formatar os arquivos dos sitemaps e onde colocá-los ver o site da Sitemap.org.
A ferramenta Google Video Sitemap Generator ajuda a construir sitemaps para indexação pelo Google - o protocolo utilizado é reconhecido apenas por este buscador. Compatível com Windows e Macs permite que webmasters, em três etapas, gerem arquivos que registrem vídeos publicados.
◊ Formatar o mesmo arquivo de vídeo em diversos formatos, como Windows Media e QuickTime, para facilitar a divulgação viral.
◊ Descrever, nas especificações do produto, processos para a equipe de atualização do site fazer a marcação dos vídeos novos.
◊ Estimular a divulgação boca-a-boca entre pessoas que compartilham interesses afins, para gerar links externos e criar um efeito viral.
◊ Preparar os arquivos de vídeo para circulação online, com elementos que despertem o interesse dos espectadores, para que fiquem motivados a recomendá-los para amigos e colegas.CTRL + V Avellar e Duarte


