quinta-feira, 25 de junho de 2009

Time e Comcast colocam mais TV na web

NOVA YORK - A Time Warner e a Comcast se uniram para testar maneiras de permitir que as pessoas assistam a mais programas de TV na internet.

Ao mesmo tempo, as companhias pretendem assegurar que os consumidores continuem pagando por serviços tradicionais de TV a cabo ou satélite.

A parceria entre as duas grandes empresas de mídia ressalta a pressão que a indústria de TV vem sofrendo para proteger sua receita, mas também satisfazer os consumidores que querem assistir a seu drama ou comédia favorito no lugar e hora em que preferem.

A Time Warner e a Comcast estão apostando num esquema com o qual, basicamente, os espectadores poderão assistir a qualquer programa, em qualquer momento, no aparelho que quiserem, quer seja televisor, computador ou telefone celular.

A única exigência é que eles terão primeiro que comprovar que são clientes da TV a cabo ou via satélite, pagando uma assinatura mensal.

A Time Warner e a Comcast vão iniciar em julho um teste nacional, técnico e estratégico, do novo sistema.

Cerca de 5.000 assinantes que vão participar do teste poderão acessar episódios inteiros de programas das redes TNT e TBS, da Time Warner, como "The Closer" e "My Boys", na Comcast.net, horas apenas depois de eles irem ao ar na televisão.

O CEO da Time Warner, Jeff Bewkes, disse que vem discutindo iniciativas semelhantes com "praticamente todas as empresas de satélite, telefone e outras empresas a cabo". Por sua vez, o executivo-chefe da Comcast, Brian Roberts, disse prever que outras redes se unam ao esquema, oferecendo seus próprios programas de sucesso.

"É um pouco como o iTunes, mas melhor, porque não é preciso pagar a mais", disse Bewkes.

Bewkes não fez segredo de seu desejo de levar a televisão para o que chama de "TV em Todo Lugar", uma frase que resume uma abordagem que consiste em exigir que os espectadores comprovem que pagam por um serviço de TV, para que possam assistir a programas na Web. A Comcast chama a abordagem de "On Demand Online" (a pedidos online).

Seja qual for o nome, conseguir que o público continue a pagar pelo serviço de TV é essencial para operadoras de cabo como a Comcast. É quase tão essencial para redes de TV a cabo como TBS, que recebem taxas de operadoras de cabo que transmitem seus programas.

O receio no setor é que, se deixar de proteger seus programas do mundo aberto e gratuito da internet, a indústria de televisão possa sofrer a mesma devastação que os setores de música e mídia impressa.


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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Brasil já é o quinto em número de usuários de internet

O Brasil alcançou a quinta posição no ranking mundial em número de pessoas que acessam a internet, de acordo com estudo realizado pela consultoria Everis, em parceria com Escola de Negócios da Universidade de Navarra, da Espanha. Segundo o levantamento, um em cada dez dos cerca 1,6 bilhão de internautas existentes no mundo vive na América Latina, metade dos quais no Brasil.

Dos 44 países avaliados pela empresa entre 2000 e 2008, nove tiveram aumento no número de usuários, a um ritmo superior a 40% por ano. Brasil, Colômbia, Cuba e Paraguai são os países latinos entre eles. No geral, Paquistão e Marrocos apresentaram crescimento mais veloz, de 57,5% e 56,2% ao ano, respectivamente.

Os países que concentram um número maior de usuários de internet em todo o mundo são China (285 milhões), Estados Unidos (234,4 milhões), Japão (89 milhões) e Índia (86,2 milhões). Somados à Alemanha, o país europeu com maior número de usuários (61,9 milhões), esses países correspondem a mais da metade do total mundial de internautas ativos, ou seja, cerca de 833 milhões (51,4%).

Na relação entre abrangência de internet e o Produto Interno Bruto (PIB), países como o Brasil, Colômbia e Peru apresentaram índices bem acima do esperado. O contrário acontece com Argentina, Chile, México, Uruguai e, em especial, Venezuela que, comparativamente a seus PIBs, apresentaram baixo número de usuários.

O estudo também revelou que, no ano passado, 62% dos acessos à internet no mundo foram feitos por meio de banda larga. Nesse quesito, a América Latina apresentou a maior porcentagem média, de 79,2%, sendo que em primeiro lugar ficou a Colômbia (88,8%), seguido de Venezuela (85,4%), Brasil (84,9%), Uruguai (80,1%), México (80%) e Argentina (72,4%).

Entre os países avaliados, 19 têm mais de 90% das conexões de banda larga. A Coréia tem 100%, Suíça, França, Estados Unidos e Portugal têm 99% ou mais e Espanha, 96,8%. O Chile é o único país latino-americano nessa categoria, com 97,5% de suas conexões feitas por banda larga.


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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Grupo Abril suspende canais Ideal e Fiz TV

O Grupo Abril decidiu suspender, a partir de 30 de junho, as atividades dos Canais Abril, dos quais fazem parte o Ideal e o Fiz TV. Segundo comunicado da empresa, "a decisão foi motivada pela dificuldade em romper uma barreira praticamente intransponível que existe no Brasil para a distribuição de canais pagos".

Afetado pelo crise econômica mundial que não perdoa os meios de comunicação, o Grupo também vai tirar de circulação, a partir da próxima quinta-feira (25), a Revista da Semana, lançada em agosto de 2007.

“Já sabíamos que não seria uma experiência fácil, porém acreditávamos que o projeto poderia se firmar, mesmo em face da alta competitividade dos meios digitais. Durante quase dois anos, a publicação foi conquistando seu espaço, mas com a crise econômica e consequente retração e incerteza do mercado, a continuidade do projeto foi inviabilizada”, esclarece Jairo Mendes Leal, presidente executivo da Editora Abril.


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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Fox Latin America lança TV online no Brasil

A Fox Latin America Channels apresentou ao Brasil o mundofox.com.br, sua TV online. Trata-se de um portal de entretenimento online voltado aos usuários de língua hispânica (www.mundofox.com) e portuguesa (www.mundofox.com.br), oferecendo na América Latina – gratuitamente e a qualquer momento – vídeos Premium online que incluem vários programas séries e demais conteúdos de sucesso. O anúncio foi realizado por Hernán Lopes , presidente e COO da FOX International Channels.

O mundofox.com.br oferece atualmente mais de 800 horas de conteúdo premium incluindo mais de 500 clipes de grande destaque da programação, além de séries, programas especiais e produções originais dos canais FOX, FX, NAT GEO, NAT GEO & EU, Canal Speed e Bemsimples. Dentre os programas, destacam-se 24 Horas, Prison Break, 9MM:São Paulo, American Dad, Tempo Final, Uma Família da Pesada, Burn Notice, My name is Earl, Life on Mars e coridas transmitidas pelo Canal Speed.

O mundofox.com.br disponibiliza uma série de funções. Ele possibilita desde incorporar o conteúdo em redes sociais e recomendá-lo a um amigo (enviando o link), até adaptar o fundo da tela, equilibrando a luz e e proporcionando uma melhor experiência na hora de assistir aos vídeos. Além disto, o sistema adapta o vídeo automaticamente conforme a velocidade de conexão do usuário.

O mundofox.com.br é um serviço online e gratuito para consumidor. A receita será obtida por meio da venda de publicidade com origem nas impressões geradas e vídeos assistidos no portal. Além disto, a distribuição de conteúdo proveniente de sites ou blogs que levem o internauta para o mundofox.com.br irá gerar mais tráfego e, consequentemente, aumentar o número de impressões.

“O mundofox.com.br tem como objetivo – tal qual todas as áreas que operamos – oferecer um serviço diferenciado aos nossos clientes, usuários, provedores de conteúdo e assinantes. Nossa marca é sinônimo de entretenimento, o que permite obter um grande compromisso por parte dos usuários e maior eficácia publicitária”, disse López.

“O mundofox.com.br foi criado para gerar melhora contínua no uso de formatos e modelos novos e mais interativos. O portal trabalha em colaboração com os anunciantes com o objetivo de inovar, experimentar constantemente e encontrar a resposta apropriada para cada marca. Simultaneamente, com base na experiência de serviços similares nos Estados Unidos, trabalharemos com nossos distribuidores por cabo e satélite para garantir os melhores resultados a todos os integrantes de nosso sistema”, completou López.

CTRL+V da Adnews

terça-feira, 9 de junho de 2009

TV pela web já venceu a TV

Implantada no Brasil desde 2007, a TV digital ainda enfrenta questões burocráticas para vingar do ponto de vista interativo. No começo deste ano, foram definidas as especificações para a interatividade na nova tecnologia, mas as primeiras aplicações estão prometidas apenas para 2010.


Em entrevista do site IDG Now!, o cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R.), Silvio Meira, diz que em termos de acesso, porém, a TV interativa já foi ultrapassada pelo acesso à programação pela internet.

Para ele, o maior concorrente da TV digital hoje no mundo inteiro não são os modelos diferenciados, mas, sim, a TV pela internet. "A TV digital talvez tenha demorado demais para chegar e tenha sido vencida pela TV dentro da própria internet", diz.

Para Meira, o modelo de negócios da TV digital emperra o desenvolvimento e, ao invés de se preocupar com padrões tecnológicos, esta outra questão deveria ser mais discutida.Meira lembra que à medida que a interatividade atrasa, a população a se acostuma a colaborar por meio da rede e usá-la como mídia no processo em que a adesão à banda larga aumenta. "Se não há canal de retorno na web e elas já usam interatividade, qual é exatamente o papel da televisão neste processo de tornar as coisas interativas?", indaga. Assim, "a Tv fica em situação difícil", diz.

"TV digital interativa existe e ela está dentro da internet". Segundo o especialista, as pessoas já interagem com a nova plataforma e participam com vídeos, áudio. Meira classifica a mudança conceitual: enq2uanto a Tv lida com público, na internet, a noção é de comunicdade. ou seja, o espectador virou usuário, completa.

"O público tem teclado, mouse, câmera e não só controle remoto. É uma rede diferente. Não se se o mecanismco de interatividade vai mudar o comportamento do público na TV."

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Campanha milionária põe Bing na TV e vídeo online

Ao tentar transformar o Bing, seu novo serviço de busca, em parte tão importante da cultura popular quanto "bada bing", Bing Crosby ou Stanley Bing, a Microsoft está adquirindo espaço e tempo publicitário destacado para o bing.com em programas de televisão e no serviço de vídeo online Hulu.

O esforço por integrar a publicidade do Bing a conteúdo, uma técnica conhecida como "entretenimento de marca", tem por objetivo complementar uma elaborada campanha publicitária conduzida em moldes mais convencionais, que começou a ser veiculada na quarta-feira por meio de comerciais produzidos pela JWT, uma divisão do grupo WPP.

As estimativas são de que a Microsoft esteja investindo entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões em publicidade, com o objetivo de estabelecer o Bing como uma alternativa viável ao gigante incontornável do setor de buscas, o Google.

Trata-se da mais nova em uma série de tentativas - todas fracassadas - da Microsoft para ganhar mais importância no setor de buscas, no qual os investimentos publicitários parecem estar se sustentando melhor do que na maioria das demais mídias.

"Trata-se de um desafio de marketing dos mais complexos, e de um desafio também muito sério para o produto em si", reconheceu Yusuf Mehdi, vice-presidente sênior da divisão de serviços online da Microsoft, em Redmond, Washington. "Serão necessários múltiplos passos para que consigamos chegar ao ponto que desejamos atingir", ele afirmou, "e por enquanto estamos dando apenas o primeiro".

O Bing tem dois objetivos, de acordo com Mehdi: "Conquistar uma base firme de usuários e começar a expandir nossa fatia do mercado de busca". A segunda meta se refere ao fato de que "todos os demais" fornecedores de serviços de busca "perderam mercado nos últimos cinco anos", ele acrescentou, "excetuado o líder" - ele se refere, é claro, ao google.com, do Google.

"O ponto chave será determinar se somos capazes de fornecer um produto satisfatório e de nos conectarmos às pessoas emocionalmente por meio de nossa publicidade", disse Mehdi. Para atingir essa segunda meta, "é preciso fazer algo de um pouco mais surpreendente", ele acrescentou.

O primeiro ponto do novo esforço é um comercial com cara de programa de TV, no Hulu, que deve ser exibido às 20h de segunda-feira, horário da costa leste dos Estados Unidos. O programa de uma hora de duração, o primeiro informercial longo a ser exibido para o Hulu, está sendo definido como uma espécie de maratona televisiva, e seu título é "Bing-a-thon". O programa foi desenvolvido para a Microsoft pela Creative Artists Agency, de Los Angeles.

O elenco do falso programa de TV que será exibido pelo Hulu - um site operado como joint venture entre a General Electric e a News Corp. - incluirá Jason Sudeikis, do Saturday Night Live, Olivia Munn, do canal de TV a cabo G4, e o comediante Fred Willard. Os usuários do Hulu que assistirem ao programa receberão como prêmio a possibilidade de assistir a outros programas e filmes no site sem que tenham de ver comerciais. (Sim, o preço de assistir a um filme sem intervalos comerciais é assistir a um longo comercial.)

Depois, o Bing será integrado ao conteúdo de diversos programas exibidos por emissoras da rede NBC Universal, bem como em canais de cabos controlados pela divisão MTV Networks, da Viacom.

As redes controladas pela NBC Universal incluem a rede de TV aberta NBC, e o Bing ocupará segmentos no programa Late Show With Jimmy Fallon, a partir da próxima sexta-feira, e será integrado a episódios de uma série que deve ir no verão americano, The Philantropist, com estreia marcada para 24 de junho.

Como vendedora de produtos e serviços de tecnologia, a Microsoft "ocupa um espaço altamente competitivo", diz Ben Silverman, co-presidente do conselho da NBC Entertainment, uma das divisão da NBC Universal, em Los Angeles, e por isso a empresa precisa de "marketing inovador" de maneira a escapar ao ruído excessivo do mercado.

Por exemplo, os segmentos patrocinados pelo Bing no Late Show trarão Jimmy Fallon como um apresentador de programa de perguntas e respostas, no qual os participantes serão convidados a utilizar o bing.com para encontrar respostas a questões sobre temas como viagens, saúde e compras.

"'Bing' parece o tipo de palavra que Jimmy Fallon usaria", disse Silverman, rindo. "O alinhamento é excelente".

Em The Philantropist, no qual o ator James Purefoy interpreta um personagem que viaja pelo mundo para fazer o bem, um recurso chamado Mapas Bing estabelecerá a localização do personagem em cada episódio; outros personagens utilizarão o serviço de buscas para procurar informações.

E os telespectadores serão convidados, no início de cada intervalo comercial, a recorrer ao bing.com para aprender mais sobre os assuntos discutidos em The Philantropist, que deve durar oito episódios (no vocabulário do entusiástico Silverman, isso faz do programa uma "maxi-série de verão").

O acordo de patrocínio com a MTV Networks começa a vigorar na quinta-feira, no programa de entrevistas e humor Daily Show With Jon Stewart, no canal Comedy Central, e continuará até 17 de junho em programas como Top 20 Countdown, no CMT; The George Lopez Show, no Nick at Nite; Charm School, no VH1; e Real World -Road Rules Challenge Duel II Reunion Special, na MTV.

Os patrocínios do Bing envolverão oferecer aos telespectadores cerca de dois minutos de conteúdo adicional em cada episódio, por meio da redução no número de comerciais. (Anunciantes como Philips já o fizeram no passado, o que permite que telejornais como o NBC Nightly News With Brian Williams dediquem mais tempo às notícias).

Os programas da MTV Networks terão um comercial do Bing chamado "Fast Forward", criado pela JWT, que criará a ilusão de que o espectador está utilizando o recurso de avanço rápido em seu DVD ou gravador de vídeo digital, para assistir a dois minutos e meio de comerciais em apenas 30 segundos. A mensagem pretendida é a de que o bing.com serve para "dar a você o que você deseja".

"O que esse comercial tem de especial é que vira de cabeça para baixo o modelo tradicional da publicidade em TV", diz Judy McGrath, presidente-executiva e do conselho da MTV Networks, em Nova York, em mensagem de e-mail. "E isso beneficia anunciante e consumidor".

"Estamos produzindo mais exposição para a marca", ela diz, "e mais conteúdo para os fãs".

O risco de qualquer esforço de entretenimento de marca é que os consumidores venham a percebê-lo como marca demais e entretenimento de menos.

Na busca de maneiras para "cozinhar a nossa mensagem como parte dos programas", diz Eric Hadley, gerente geral de marketing para os serviços de buscas da MSN, na Microsoft, o objetivo é que os consumidores admirem o esforço, e não pensem nele como "isso outra vez?"


Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times by Stuart Elliott

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terça-feira, 2 de junho de 2009

Ediouro lança TV

A Ediouro, que no ano passado faturou R$ 240 milhões, lança neste mês a Ediouro TV, para veiculação de vídeos on demand via internet. O objetivo é suprir a demanda por conteúdo literário na rede. A agência Frog, que tem entre seus sócios o empresário Luiz Calainho, desenvolveu todo o projeto.




CTRL+V do meio e mensagem.

Tem uma matéria mais completa no "O Globo" do Rio, mas eles não liberam o CTRL+V então fica só o link

Add em 03/06 - Vi esta outra reportagem divulgada no Caderno Prosa & Verso do O Globo de 30/05 neste blog e achei melhor adicionar, já que a mesma cita investimentos da casa de R$ 1,5 mi da Ediouro nesta nova empreitada.
Vale dar uma conferida!